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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

À LUZ DAS VELAS - sonetilho

Amigo, este nosso medo
É pão servido nas mesas
Dessas humanas fraquezas
A que eu sei que já não cedo!

Não cobiço o teu segredo;
Desfraldei velas acesas
Na mira de outras riquezas
Que durem mais do que um credo…

[lá fora é noite cerrada
e aqui, de luz apagada,
só vejo o que eu quero ver

se me esqueço de acender
esta vela, tão queimada,
que pouco ilumina… ou nada!]




 Maria João Brito de Sousa – 07.09.2011
blog poetaporkedeusker

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