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sexta-feira, 16 de setembro de 2011


A eminência parda



Não penseis que este desenho, por vir na sequência de outro nas mesmas tonalidades orientais, significa que eu, tal como Picasso com o seu período rosa, esteja a atravessar uma espécie de período monhé. Nada disso. Penso todavia que o termo que melhor definiria este breve interlúdio seria mesmo o de rosé, que como sabeis, é relativo a tudo aquilo que não é branco nem é tinto.
Tal é o caso de António Costa. A eminência parda do PS é uma espécie de tremelga, que como também sabeis, é um termo que define tudo aquilo que não é carne nem é peixe.
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O edil da mouraria, acaba de soltar esta pérola de sabedoria (oriental): “O PS está na oposição, mas não é um partido de oposição. Sabemos bem aquilo que só agora a direita aprendeu: que as crises não se vencem por demagogia. Não há milagres. Governar é muito exigente e difícil”.
Elucidados? – o maharaja do partido sucialista esclareceu as hostes do partido, demais apaniguados e potenciais sponsors, da verdadeira índole da súcia: o pêésse é um partido da situação. E mainada.
O problema é que a situação do PS é a de suplente. Só quando passar à titularidade, o líder-sombra do Largo do Rato avançará para o sol. isto não quer dizer que o actual líder recue (um líder nunca recua, avança noutra direcção); avançará também, fermoso e quiçá também Seguro, mas pla sombra, rumo ao bilhar grande. Mas sem volta, está claro. Clarete. Eu diria mais: rosé.

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