Paulo Portas considera que, neste momento existem três candidatos perfilados, todos com prós e contras a considerar: “Olli Rehn da Finlândia (a Finlândia tem uma relação próxima com os Estados Unidos, mas também tem uma relação não distante com a Rússia e isso pode causar um problema), a ministra da Economia de Espanha (mas eu acho que ela tem um problema com os Estados Unidos, porque ela quer avançar unilateralmente com uma taxa sobre as empresas digitais (e não no quadro do G20, ou do G7 ou da OCDE)) e Mário Centeno, que tem a favor dele ser o garante de finanças públicas saudáveis, independentemente de nós concordarmos com esta ou aquela medida (…) e ser presidente do Eurogrupo. Tem contra ele a ideia de que há já demasiados portugueses nos cargos internacionais (…) e, nos Estados Unidos, pode criar algum ruído esta última emissão de dívida que Portugal fez em moeda chinesa”.
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