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sábado, 13 de julho de 2019

LOUCURAS DOS NOSSOS ANTEPASSADOS


Se você acha que o mundo está ficando cada vez mais louco, deve ter alguma razão. De fato, coisas estranhas sempre existiram, e mais inusitadas ainda foram as ações humanas. Encontramos evidências convincentes sobre isso.
O Incrível.club apresenta 10 fatos históricos que farão com que você veja nossos antepassados e seu modo de vida de uma maneira diferente.

Duelo conjugal

Na Alemanha medieval, marido e mulher podiam resolver suas disputas de uma maneira bastante cruel: um duelo conjugal. De acordo com as regras, o homem devia lutar sentando-se até a cintura num fosso. Uma de suas mãos deveria estar amarrada ao corpo, enquanto a outra deveria segurar
um porrete. As mulheres podiam se mover dentro de uma área limitada e usar um saco de pedras como arma.

Uma vitória depois da morte

Mesmo sua própria morte não impediu que o herói nacional da Espanha, El Cid, vencesse sua última batalha contra os mouros. Ele foi ferido antes da batalha por uma flecha envenenada e morreu, mas para que o exército não notasse a morte de seu líder e não perdesse seu espírito de luta, sua esposa, Jimena, vestiu o corpo de seu marido com a armadura e sentou-o no cavalo. Curiosamente, o truque funcionou, e o exército sob o “comando” do herói falecido ganhou a grande batalha.

Monumento à perna esquerda

Há muitos monumentos estranhos no mundo, mas os escultores e artistas do passado fizeram extravagâncias tanto quanto os atuais. Por exemplo, no Parque Histórico Nacional de Saratoga, nos Estados Unidos, um monumento foi erguido em homenagem ao ferido pé esquerdo do Major General Benedict Arnold, participante da Guerra da Independência.
Além da esquisitice do monumento, Arnold é uma figura muito controversa. Embora tenha se tornado famoso como herói nas batalhas com os americanos, isso não o impediu de se mover para o lado da Grã-Bretanha posteriormente.

Os julgamentos de animais
Na Idade Média, os julgamentos não eram apenas para pessoas, mas também para os animais. Muitas vezes, os acusados ​​eram bichos de estimação: gatos, que eram acusados ​​de bruxaria, além de vacas, galinhas (em particular, um galo que botou um ovo) e porcos.
Por exemplo, nesta gravura você vê um porco que foi considerado culpado de matar uma criança. O tribunal não se importava que os animais não pudessem dizer nada em sua defesa, já que eram levados em consideração os depoimentos das testemunhas.

O sino que foi mandado à Siberia

E não apenas os animais eram punidos. Mesmo objetos inanimados em outros tempos foram condenados. Este foi o caso do sino de Uglich, na Rússia: seu “crime” foi cometido em 1591, o de ter informado aos moradores da cidade sobre a morte de Tsarevich Dmitri (filho do czar), o que provocou revoltas populares.
O sino “culpado” foi condenado a cortar o badalo e ser espancado. Ele então foi enviado para a cidade siberiana de Tobolsk, onde permaneceu no “exílio” por 300 anos, após os quais foi devolvido. Hoje, pode ser visto no Museu do Estado de Uglich.

Morte pela beleza

A moda da brancura da pele combinada com um blush brilhante, que existia nos séculos XVII e XVIII, foi verdadeiramente devastadora. O problema é que os cosméticos da época continham chumbo, o que era prejudicial ao rosto das adeptas. As amantes das tendências se viam forçadas a aplicar mais e mais cosméticos. Mas o pior é que o fascínio pela maquiagem tóxica às vezes levava à morte.
A bela condessa que é vista neste retrato, chamada Maria Coventry, lembrada como “a vítima dos cosméticos”, morreu em 30 de setembro de 1760, aos 27 anos, envenenada por chumbo. Mas mesmo esses incidentes não conseguiram impedir as mulheres de buscar serem atraentes.

Ohaguro

Esta estranha tradição de pintar os dentes de preto era comum nos povos do sudeste da Ásia, América do Sul, África, Japão (de onde vem esse termo), Rússia e Europa Ocidental, nos séculos XVI e XVII. Curiosamente, em alguns lugares, esse costume ainda está presente hoje.
Existem várias versões do seu aparecimento: o desejo de esconder as más condições dos dentes, a necessidade de protegê-los contra danos com um verniz especial ou, por outro lado, criar a ilusão de dentes cariados, já que o problema afetava apenas os ricos (porque eles eram os únicos que tinham dinheiro suficiente para comprar doces e açúcar).

Atravessar o corpo com várias armas

O artista e designer holandês Mirin Dajo (cujo verdadeiro nome era Arnold Gerrit Henskes) ficou famoso por sua habilidade de furar seu corpo com espadas e outras armas sem danificá-lo. Ele também comia vidro, o que também não o machucava.
Vários espectadores, muitas vezes, desmaiavam com o rangido que a espada emitia ao tocar os ossos (não havia fluxo sanguíneo). Ainda não há explicação de como Dajo podia fazer esses truques perigosos, mas é verdade que ele, infelizmente, não era completamente invulnerável: o artista morreu por uma agulha engolida.

Retratos sem cabeça

Com a chegada da era vitoriana, as pessoas ficaram entediadas com os retratos habituais e, graças ao desenvolvimento da fotografia, surgiu uma nova forma relativamente rápida de se capturar o momento em todo o seu esplendor. E naqueles dias havia uma mania de imagens sem cabeça. A falta de Photoshop foi compensada pela inventividade dos fotógrafos e por métodos como a combinação de negativos e retoques.

Múmia dos tempos modernos

Jeremy Bentham, um filósofo inglês do século XIX, era uma personalidade notável. Ele foi o primeiro a introduzir o conceito de responsabilidade do Estado com os cidadãos, foi um defensor da igualdade de gênero, dos direitos dos animais e do princípio de maior felicidade para o maior número de pessoas.
Porém, como geralmente acontece com personalidades extraordinárias, Bentham tinha algumas esquisitices. Em seu testamento, o filósofo pediu para colocar seu esqueleto na mesma posição em que se sentou durante sua vida na University College London, onde lecionou. O pedido incomum foi cumprido com exatidão, embora a cabeça de Bentham tenha sido substituída por uma cópia em cera (pelo bem da “apresentação”).
incrivel.club


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