AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

FRANÇA: MIGRANTES DE CALAIS REALOJADOS EM DIFERENTES ZONAS DO PAÍS





A evacuação dos acampamentos clandestinos em Pas-de-Calais, no norte de França decorre desde esta madrugada num ambiente de calma e segurança.

As autoridades francesas deram início à operação que irá permitir o desmantelamento da maior aglomeração de barracas e tendas do país. Entre seis a oito mil pessoas deverão ser transferidas para 450 centros de acolhimento situados em diferentes regiões do país.


O primeiro autocarro com perto de uma centena de migrantes deixou o local às oito da manhã desta segunda-feira rumo à Borgonha, na presença do presidente da autarquia de Pas-de-Calais. A bordo estavam 50 sudaneses. Neste campo vivem cerca de 500 menores que fazem parte de uma lista de 1.300 famílias em trânsito para o Reino Unido.


“Porque está hoje aqui?” – “ Para acompanhar os nossos amigos que conhecemos há vários meses e que partem para o desconhecido”.


“Sou do Sudão. O governo francês disse-nos que queriam levar-nos para outras cidades, porque a vida aqui é muito má e por causa do inverno”.


Há dezoito meses que aqui se amontoam em condições insalubres refugiados provenientes principalmente do Afeganistão, Sudão ou da Eritreia, com o sonho de cruzar o Canal de Mancha rumo à Grã-Bretanha.


O objetivo é fazer com que o acolhimento destas pessoas sob o estatuto de refugiado em França permita melhorar as condições de vida e evitar o aproveitamento por parte dos contrabandistas e redes de tráfico de seres humanos.


O enviado da Euronews a Calais comenta: “Temos falado com numerosos migrantes e a maioria não quer mostrar o rosto ou ser apresentado nas reportagens de televisão. Eles dizem que a presença dos jornalistas é embaraçosa para eles. A maioria diz que não quer ir para outros campos, preferem ficar aqui para poderem chegar ao Reino Unido”.


VÍDEO

pt.euronews.com

Sem comentários: