Eu acho que o be não ir a Cuba é muito compreensível. É a maneira mais segura de não terem que dizer bem do processo revolucionário que levantou um povo da lama e construiu uma nova forma de viver no caribe e de não ter que mostrar solidariedade, a forma mais segura de não ter que dizer bem para não ferir as susceptibilidades dos que apoiando o be gostam pouco de Cuba e muito de Luaty's, bombardeamentos na Líbia, terrorismo na Síria e nazi-fascismo na Ucrânia.
Mas também não terão que dizer mal para não bulir com a sensibilidade de muita gente socialista que respeita Cuba e a sua luta heróica e que o BE não quer afastar de todo.
Mas também não terão que dizer mal para não bulir com a sensibilidade de muita gente socialista que respeita Cuba e a sua luta heróica e que o BE não quer afastar de todo.
E nada como ser tudo e não ser nada para agradar a toda a gente. Neste caso, como nos outros, o marketing pode funcionar para o BE, mas o futuro não se fará de indefinições. Em cima do muro não se fazem revoluções. Em cima do muro não há socialismo, só oportunismo.
Miguel Tiago (facebook)

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Nem mais!
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