Os Arara da aldeia Iterap - festa tradiciona
Povo Aikanã
A Terra Indígena em que hoje habitam os Aikanã não correspond e ao seu território tradiciona l. Foram levados para lá pelo órgão indigenist a em 1970, juntamente com outros dois povos indígenas. Dada a pouca fertilidad e do solo, tiravam seu sustento da seringa, mas, devido à queda no preço desse produto, hoje encontram sérias dificuldad es em sua reprodução física e cultural. Longe de se resignarem com essa situação, os Aikanã atualmente desenvolve m projetos de valorizaçã o cultural e procuram manter viva a língua por meio da formação escolar bilíngüe. Os Aicanãs (também conhecido como Aikanã, Massacá, Huari, Corumbiara , Kasupá, Mundé, Tubarão, Winzankyi) .
(Foto: índio Aikanã - http://mgu arani.blog spot.com/) .

Povo Sirionó (Isolados do rio São Simão).
Os Sirionós apesar de se distinguir em dos demais tupis-guar anis por serem caçadores- coletores sem agricultur a, assemelham -se aos tuparis de Rondônia (tupis, mas não tupis-guar anis) e aos pacaás-nov os (txapacura ) por apresentar em uma terminolog ia de parentesco do tipo Crow-Omaha . Habitam também as florestas do
leste da Bolívia, com os yuquis. Holmberg (1969),
que esteve com os sirionos, acreditava que eles eram guaranis originário s do norte do Paraguai. A migração para a Bolívia e Rondônia resultou na invasão das áreas dos chanés (falante da língua aruak) e na submissão destes. Os falantes de guarani que alcançaram
o território chané foram mais tarde denominado s
de chiriguano s. Provavelme nte, migrações chiriguana s para regiões mais ao norte e leste da Bolívia originaram dois grupos lingüistic amente relacionad os, os sirionos e os guarayos.

leste da Bolívia, com os yuquis. Holmberg (1969),
que esteve com os sirionos, acreditava que eles eram guaranis originário
o território chané foram mais tarde denominado
de chiriguano

Vila Pedreira - Lábrea - Índias Kaxarari lavando roupas. (Foto: http://www

Povo kwaza - (Foto: Hein van der Voort, 1998).
Povo Sirionó
No lado Boliviano dez indígenas desta etnia sobrevivem , em Beni (CIDDEBENI ) 700 Sirionós com 50 famílias na província Guarayos de Santa Cruz (Santa María, Salvatierr a y Cururú) e a mesma quantidade na província Iténes de Beni (El Carmen, Baures, La Embrolla y Bella Vista).

Área Indígena Pacaás-Nov as - Antiga Pakaa-Nova .
Área Indígena Pacaás-Nov
Homologada em 29/10/1991 , através do Decreto 256 de 30/10/1991 . É adninistra da pela regional da Funai de Guajará-Mi rim - Rondônia. Possui 279.906 ha e uma população de 1.223 índios (2005). Não possui índios isolados. Localiza-s e no Município de Guajará-Mi rim - RO. É habitada pelo Povo Wari.

Povo Wari.
Índios Kapixaná (Kanoê), Tiaré (arco e flecha nas mãos) e Gualuré,

Povo Wari.
Índios Kapixaná (Kanoê), Tiaré (arco e flecha nas mãos) e Gualuré,
Povo Kanoê
cerca de 90 Kanoê habitam ao longo das margens do Rio Guaporé. caracteriz am-se por uma intensa inserção no modus vivendi da sociedade brasileira . Grande parte está casada com membros de outras etnias ou com não índios e apenas três indivíduos conhecem a língua nativa. Os Kanoê convivem com outras etnias nas Terras Indígenas Rio Branco e Rio Guaporé (antigo P.I. Ricardo Franco), bem como no município de Guajará-Mi rim. Há ainda uma família na Terra Indígena Pacaás-Nov as (P.I. Deolinda) e outras famílias na TI Sagarana, ambas habitadas pelos Wari. Segundo o depoimento do kanoê Munuzinho (que mora no P.I. Deolinda) em Janeiro de 1997, possivelme nte ainda existam outros de seus parentes mais distantes vivendo em outras regiões de Rondônia, dos quais há muito não se tem notícias. (Fonte: http://pib .socioambi ental.org/ pt/povo/ka noe/340).

Povo Tupari
Em seus contatos iniciais com os não-indíge nas, nas primeiras décadas do século XX, os Tupari os denominara m Tarüpa, "maus -espíritos ", por serem portadores de doenças e outras adversidad es. Os Tupari compartilh aram com outros povos de Rondônia um histórico do contato marcado primeirame nte pela exploração e expropriaç ão por seringalis tas, e a partir da década de 1980 também por madeireiro s e garimpeiro s. Nos últimos anos os Tupari vêm procurando reverter esse quadro e lutam, com outros povos da região, contra a instalação de barragens no rio Branco.

Povo tupari Crianças tupari da aldéia de Nazaré. (Foto: Zezinho - Picasa).

Grupo de mulheres Urueu-Wau- Wau com uma enfermeira da Funai. Foto: Jesco von Puttkamer/ acervo IGPA-UCG, 1985.

Coisas inusitadas - Os filhotes de animais capturados durante a caça são amamentado s pelas índias para que possam sobreviver .

Índia Nambikwara . (Foto: Tatiana Cardeal © 2005.)

Povo tupari Crianças tupari da aldéia de Nazaré. (Foto: Zezinho - Picasa).
Grupo de mulheres Urueu-Wau-
Coisas inusitadas - Os filhotes de animais capturados durante a caça são amamentado

Índia Nambikwara
Povo Nambikwara
Famosos na história da etnologia brasileira por terem sido contatados “oficialme nte” pelo Marechal Rondon e por terem sido estudados pelo renomado antropólog o Claude Lévi-Strau ss, os Nambiquara vivem hoje em pequenas aldeias, nas altas cabeceiras dos rios Juruena, Guaporé e (antigamen te) do Madeira.
Habitam tanto o cerrado, quanto a floresta amazônica e as áreas de transição entre estes dois ecossistem as. Os Nambiquara ocuparam uma extensa região no passado e se caracteriz aram pela mobilidade espacial. Dotados de uma cultura material aparenteme nte simples e de uma cosmologia e um universo cultural extremamen te complexos, os Nambiquara têm preservado sua identidade através de um misto de altivez e abertura ao mundo.
Habitam tanto o cerrado, quanto a floresta amazônica e as áreas de transição entre estes dois ecossistem
blog-do-netuno.blogspot.pt
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