AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

sábado, 16 de abril de 2016

Patrões usam fundo de maneio para fugir ao Fisco




Cerca de 87% das empresas recentemente inspecionadas pela Direção de Finanças do Distrito de Aveiro usavam o dinheiro do caixa para distribuir lucros pelos proprietários.

O objetivo era fugir pagamento de 28% do imposto sobre o rendimento de pessoas singulares (IRS).

O caixa é o dinheiro (notas e moedas) que uma empresa detém para pagar despesas correntes e que pode ser guardado num cofre, numa gaveta ou em outro local. Os empresários são obrigados a declarar anualmente ao Fisco o valor do caixa, sobre o qual não pagam impostos. Mas desse dinheiro não podem retirar para si lucros da empresa. Se o fizerem, têm de pagar 28% de IRS. O que aconteceu é que retiraram dinheiro do caixa e não o declararam ao Fisco. A ação foi desencadeada no distrito de Aveiro, mas fontes das Finanças não têm dúvidas de que os resultados "seriam idênticos no resto do país".

Segundo apurou o JN, 130 das 150 empresas selecionadas na operação "Saldos de Caixa" enganavam o Estado, declarando que tinham no caixa um valor muito superior ao real (ver texto em baixo). Das 130 sociedades que tinham valores divergentes, 110 assumiram de imediato a evasão fiscal, tendo já pago 2,7 milhões de euros de IRS.


http://www.jn.pt

Sem comentários: