“Queremos que esta matéria, tão breve quanto possível, seja discutida no Parlamento e vamos propor a revogação desta medida porque entendemos que ela é injusta, fragiliza a Segurança Social e não pode ser entendida com uma moeda de troca ao aumento do salário mínimo”, afirmou Rita Rato, em declarações aos jornalistas a partir do Parlamento.
As declarações da deputada sucederam-se ao anúncio de Jerónimo de Sousa, que durante o debate confirmou que o PCP tinha entregado um pedido de apreciação parlamentar ao decreto-lei que estabelece a redução da TSU.
O partido, acrescentou Rita Rato, alinha com o “objetivo da valorização do salário mínimo” mas “sem isso representar a existência de contrapartidas para as entidades patronais”.
“Amanhã realizar-se-á a reunião da conferência de líderes e será agendada a apreciação parlamentar”, acrescentou Rita Rato.
A deputada afiançou ainda aos jornalistas, à saída do debate quinzenal, que “até ao fim do mês há condições para revogar esta medida e garantir que ela não entra em vigor em fevereiro”.
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