A República Popular da China publicou um manual de 356 páginas destinado à sua Marinha mercante, para a levar a utilizar o Oceano Ártico.
Esta rota é em um terço mais curta que a passagem pelo Canal do Panamá.
Devido às alterações climáticas, as rotas árticas são agora praticáveis alguns meses do ano.
Até agora, apenas um navio mercante, o canadiano Nunavik (foto), utilizou a rota do Noroeste.
O Canadá reivindica esta passagem como fazendo parte das suas águas territoriais, enquanto numerosos Estados o consideram como internacionalizado.
A China, de momento, não tomou posição sobre este assunto.
Há já três anos que a China utiliza as novas rotas marítimas que costeiam a Sibéria

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