Duas cabeças proeminentes sempre aparecem quando um país como o Brasil sofre de agitação popular. Uma dessas duas cabeças é o da Agência Central de Inteligência (CIA). A segunda cabeça é a de um instigador profissional que financia movimentos de oposição para assumir importantes setores da sociedade. No caso do Brasil, essa segunda cabeça é o bilionário George Soros.
Tanto a CIA quanto Soros são parceiros desestabilizadores em vários países, como por exemplo a Alemanha nazista.
No Brasil, todos os meios de comunicação têm sido fundamentais para abastecer o movimento pró-impeachment. Milhares de páginas foram impressas e centenas de artigos foram escritos sobre a "necessidade" de tirar a Dilma Rousseff e o PT do poder.
A mídia passa horas no ar e imprime centenas de artigos sobre o assunto. Não é necessário enfatizar que a mídia no Brasil também são cúmplices da corrupção desenfreada que governa o país hoje.
Segundo o jornalista e ex-agente de inteligência, Wayne Madsen, os controladores como George Soros financiam os protestos através das “maiores federações empresariais do Brasil e conglomerados de mídia de propriedade corporativa, e todos eles têm links com organizações sem fins lucrativos domésticos.” Essas organizações incluem Vem Pra Rua e o Movimento Brasil Livre.
Além de George Soros e da CIA, movimentos populares controlados no Brasil também são apoiados pelo National Endowment for Democracy (NED), bem como a Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID).
“Protestos de rua contra Rousseff, desde que começaram em 2014, tem se tornado em movimentos típicos das revoluções temáticas do Soros. O mesmo aconteceu com os protestos da Primavera Árabe apoiados por Soros e a CIA no Egito, Líbia, Síria, Tunísia e o Euromaidan na Ucrânia “, explica Madsen.
O movimento atual para tirar a Dilma Rousseff da presidência é agora uma operação comandada por organizações estrangeiras, como a CIA e a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA).
A desestabilização conta com o apoio do Comando Sul dos EUA, localizado em Miami, uma organização que tem estado envolvida em golpes de estado em lugares como Honduras, Guatemala e outros países da América Central.
De acordo com Madsen, as conversas telefônicas que foram reveladas pelo juiz Sergio Moro “podem ter se originadas pela NSA e seu banco de dados XKEYSCORE que inclui intercepções das comunicações do governo brasileiro e comunicações corporativas realizadas através de operações de escuta chamadas KATEEL, POCOMOKE e SILVERZEPHYR.”
A intervenção estrangeira no Brasil não se limita a alguns juízes ou líderes de movimentos sociais. A CIA entrou em contato com membros do Partido dos Trabalhadores, funcionários da Petrobras, funcionários do Banco Central do Brasil e oficiais da inteligência militar que haviam sido treinados pela inteligência dos Estados Unidos para obter informações sobre Rousseff e Lula.
AS pessoas precisam ser mais sofisticadas para evitar que seu presente e futuro não caiam nas mãos de interesses estrangeiros que querem enganar uma população muito ignorante com uma alternativa que será pior do que o que eles têm agora.

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