A INCRÍVEL HISTÓRIA DO SERIAL KILLER QUE NUNCA MATOU NINGUÉM .
Quando você pensa em um Serial killer, a primeira coisa que vem à sua cabeça é a idéia de uma pessoa que matou muita gente, por isso a história que vamos contar agora vai deixar você pensativo, afinal o personagem principal dela é um Serial Killer que, na verdade, nunca matou qualquer pessoa.
Condenado por oito assassinatos, Bergwall já assumiu ser responsável por mais de 30 mortes: em julgamento, disse ter matado homens, mulheres, crianças e praticado atos de canibalismo e estupro. A verdade, porém, é que ele nunca fez nada disso.
Histórico familiar
Filho de pais extremamente rigorosos, Bergwall cresceu em um ambiente familiar hostil e sem a atenção devida. Aliado a isso está o fato de que, durante anos, foi obrigado a esconder o fato de ser homossexual para não arrumar ainda mais problemas em casa.
Depois de ser internado pela primeira vez em um hospital psiquiátrico, Bergwall começou a planejar uma maneira chocante de finalmente ter atenção. Dedicado, ele gostava de passar seu tempo livre em uma biblioteca dentro do hospital, onde começou a pesquisar a respeito de assassinatos não resolvidos.
Meia Culpa
Condenado por oito crimes hediondos, Bergwall acabou se tornando uma das pessoas mais famosas de seu país. Acontece que, no final das contas, todas as declarações feitas por ele não passavam de mentiras e, como toda mentira, tinham alguns buracos e declarações que não batiam.
Investigações
Intrigados com as declarações de Bergwall, que estava sob efeito de fortes medicamentos psiquiátricos, os médicos e a polícia toparam cortar os remédios e ouvir novas declarações do jovem sem efeito de qualquer droga. Sem os medicamentos, ele parou de dar declarações malucas e de dizer que se chamava Thomas Quick.
O cineasta sueco Hannes Rastam se interessou pelo caso e, graças às pesquisas que ele fez, a história foi ficando cada vez mais clara. Ele conseguiu provar que Bergwall não era culpado de nenhum dos oito crimes pelos quais havia sido condenado, o que ajudou a tirá-lo do hospital psiquiátrico em março de 2014, depois de 23 anos de confinamento.
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