AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

ADSE acusa hospitais privados de fazerem ameaças para condicionar negociações



www.tsf.pt




A presidente da ADSE acredita que os hospitais privados estão a fazer ameaças apenas para tentar condicionar as negociações em curso para mudar as regras de pagamento dos cuidados de saúde que prestam aos funcionários públicos e familiares.
Em entrevista à TSF, Sofia Portela, a presidente da ADSE, apela à calma e adianta que ao contrário do que parece ainda nenhum privado suspendeu qualquer convenção, não tendo sido travado qualquer tratamento ou exame aos doentes.


Sofia Portela acredita que as "ameaças" fortes de três prestadores tão importantes como a Luz Saúde, CUF e Lusíadas deverão ter apenas como objetivo pressionar uma solução mais favorável para os privados, "usando talvez os beneficiários para fazer alguma pressão", numa altura em que as negociações estão numa fase decisiva, com algumas medidas que já é certo que irão, aliás, no sentido daquilo que pretendem os privados.
Se as ameaças de fim das convenções publicamente feitas pela Luz Saúde, CUF e Lusíadas se concretizarem, a presidente da ADSE garante que tudo está a ser feito para que existam alternativas.


Sofia Portela sublinha que a ADSE tem 1600 prestadores convencionados em Portugal pelo que "o leque de prestadores convencionados vai muito além daqueles que agora estão a fazer as ameaças" de rasgar as convenções que permitem aos funcionários públicos e familiares serem tratados nestes hospitais privados.

SOM AUDIO


www.tsf.pt

Sem comentários: