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quinta-feira, 10 de abril de 2014

VOCÊS SABEM O QUE ESTÁ POR DE TRÁS DESTAS DECLARAÇÕES....EU SEI !!! - Freitas do Amaral considera que democracia ganhava com um governo PS/PCP “Confesso que antes do 25 de Abril não era democrata”, disse ainda



Freitas do Amaral considera que democracia ganhava com um governo PS/PCP


“Confesso que antes do 25 de Abril não era democrata”, disse ainda

Freitas do Amaral defendeu, em entrevista à Antena 1, que era a bom para a democracia um governo PS/PC. “Eu só espero que o Partido Comunista não fique agarrado à ideia de que só tem que entrar em cena quando for para fazer a revolução e aceite fazer alianças de governo”, disse, acrescentando que “a democracia portuguesa funcionaria muito melhor se a alternância fosse entre governos PSD/CDS e governos PS/PC”, apesar de considerar que um governo entre socialistas e comunistas “não é possível neste momento”.
Freitas do Amaral assumiu, na mesma entrevista, que antes do 25 de Abril não era democrata: “Eu sabia que era liberal, não sabia que era democrata”.
“Não posso dizer que em 72, 73, 74 tivesse falado a favor da democratização do regime, mas falei a favor da liberalização do regime”, acrescentando que “a ideia da democracia, dos partidos políticos, do governo poder mudar de acordo com as eleições, eu não a tinha tão clara no meu espírito”.
Em Portugal, “considerei o partido comunista como um perigo para a democracia portuguesa, não só em 75 mas enquanto existiu União Soviética. A partir do momento em que deixou de haver União Soviética é um partido como os outros e devo fazer aqui um elogio ao Partido Comunista: se é verdade que na minha opinião tentou tomar o poder pela força em 75, a verdade também é que desde o 25 de Novembro de 75 nunca mais infringiu uma única regra da democracia”.
Quanto ao manifesto, Freitas do Amaral diz que “não está nada arrependido” de o ter assinado e defende que não houve aproveitamento político do documento: “Não houve aproveitamento político nenhum. Alguém fez um partido com base no manifesto? Uma lista para o parlamento europeu com base no manifesto?”, considerou, esclarecendo que “apenas houve uma série de cidadãos que se encontraram de acordo quanto àquele tema”.
“É evidente que aquelas pessoas não podiam fazer uma coligação de governo, mas para um problema concreto de Portugal – que é o problema da dívida - quanto mais alargado for o leque de apoiantes melhor é”, disse ainda, considerando que o manifesto “não era um ultimato ao governo, era uma proposta de que aquele tema fosse debatido. E está a ser”.
Sobre a questão do voto obrigatório, Freitas do Amaral disse “as pessoas que normalmente se abstêm são as que estão mais descontentes, com a política, com os partidos… é precisamente esses que temos de levar a votar para que alguma coisa mude. Era uma forma de obrigar o sistema a renovar-se”.

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