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sábado, 5 de outubro de 2013

HOJE NO "CORREIO DA MANHÃ" Submarinos: Alemães desistem de hotel Consórcio alemão que vendeu submergíveis a Portugal desistiu da construção do Hotel Alfamar, que daria contrapartidas de 600 milhões de euros O consórcio alemão que vendeu a Portugal dois submarinos desistiu da construção do Hotel Alfamar, no Algarve, projeto que deveria cumprir as contrapartidas da compra daqueles submergíveis que estão por concretizar há nove


HOJE NO
  "CORREIO DA MANHÃ"

Submarinos: 
Alemães desistem de hotel

Consórcio alemão que vendeu submergíveis a Portugal desistiu da construção do Hotel Alfamar, que daria contrapartidas de 600 milhões de euros 
O consórcio alemão que vendeu a Portugal dois submarinos desistiu da construção do Hotel Alfamar, no Algarve, projeto que deveria cumprir as contrapartidas da compra daqueles submergíveis que estão por concretizar há nove anos. O German Submarine Consortium (GSC) informou o Ministério da Economia das suas intenções no dia 1 de outubro, data em que deveria ser assinado o contrato para a construção do hotel, no âmbito do acordo assinado há um ano entre o então ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, e a Ferrostaal, empresa alemã que integra o GSC e é responsável pela execução das contrapartidas dos submarinos.

A construção do Hotel Alfamar permitiria gerar contrapartidas para a economia portuguesa no valor global de 600 milhões de euros, fator que foi utilizado pelo ex-ministro Álvaro Santos Pereira para valorizar o acordo com o consórcio alemão. Com a não concretização desta unidade hoteleira, que foi classificada como Projeto de Potencial Interesse Nacional (PIN), o ministério liderado agora por António Pires de Lima vai analisar, "de forma detalhada, os fundamentos invocados pelo consórcio [alemão], tendo em vista discutir as razões da desistência deste projeto".

Para já, o Ministério da Economia garante que "o Governo pretende que este processo tenha um desfecho tão rápido quanto possível, salvaguardando-se em absoluto a defesa do interesse público". Nesse sentido, está agendada para a próxima semana uma reunião com os responsáveis da Ferrostaal.

O consórcio alemão tem agora quatro meses para apresentar alternativas à construção do hotel, de forma a cumprir as contrapartidas da venda dos submarinos.

Contactado pelo CM, Godinho de Matos, advogado da Ferrostaal no processo criminal relativo às contrapartidas, disse que não está autorizado a falar sobre essa matéria.

* Notícia prevísivel, o enredo já vem grande, já que não constroem o hotel porque não abrir uma tasca  a "Autárquica Pentinha" está mais de acordo com o miserabilismo submarínico.


apeidaeumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

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