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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Mistério de Oak Island: o Tesouro dos Piratas Mistério de Oak Island Ao largo da costa da Nova Escócia, localiza-se a diminuta e irregular ilha de Oak. No entanto, inversamente proporcional ao seu tamanho é o estranho enigma do que existe escondido debaixo da superfície ilusoriamente normal. Dizem que ali há um extraordinário tesouro de piratas, de valor incalculável. As descobertas de exploradores falam de uma possível tragédia e de um trabalho de engenharia realizado por quem quer que tenha escondido o tesouro, sem igual na sua engenhosidade quase sobrenatural.

Mistério de Oak Island: o Tesouro dos Piratas

Ao largo da costa da Nova Escócia, localiza-se a diminuta e irregular ilha de Oak. No entanto, inversamente proporcional ao seu tamanho é o estranho enigma do que existe escondido debaixo da superfície ilusoriamente normal. Dizem que ali há um extraordinário tesouro de piratas, de valor incalculável. As descobertas de exploradores falam de uma possível tragédia e de um trabalho de engenharia realizado por quem quer que tenha escondido o tesouro, sem igual na sua engenhosidade quase sobrenatural.
Qualquer que seja o resultado final, o facto é que por quase duzentos anos, a ilha de Oak frustrou todas as tentativas de desvendar o seu segredo. Os primeiros a tentar foram Daniel McGinnis e dois amigos, que remaram pela baía Mahone desde o Canadá, em 1795. E numa clareira no lado oriental arborizado da ilha, eles descobriram o guincho de um velho navio, pendurado numa árvore solitária, na depressão. Intrigados, cavaram e descobriram uma abertura de um túnel de 4 metros de largura. A uma profundidade de 3 metros, os rapazes localizaram a primeira das plataformas de carvalho. Seis metros mais abaixo, encontraram uma segunda plataforma, e a 9 metros, uma terceira.
O trabalho de escavação naquela argila pedregosa esgotou os jovens caçadores de tesouros, tanto física como também espiritualmente. Outros viriam substituí-los. O trabalho de escavação foi reiniciado em 1804, financiado por Simeon Lynds, abastado morador de Nova Escócia. Os homens contratados por Lynds encontraram mais cinco plataformas de carvalho, a profundidades que iam aumentando em intervalos de 3 metros, três das quais haviam sido protegidas com resina de navio e fibras de coqueiros. A 27 metros, eles defrontaram com o que ficou conhecido como “a pedra dos números”, onde alguns símbolos obscuros foram interpretados por alguém como significando “3 metros abaixo, 10 milhões de dólares estão enterrados”.
Dois metros e meio abaixo da pedra dos números, o pé-de-cabra de um dos mineiros bateu em algo sólido, que os homens pensaram ser a arca do tesouro. Após o achado, os homens de Lynds resolveram interromper os trabalhos do dia. Na manhã seguinte, o túnel estava cheio de água a uma profundidade de quase 20 metros.
O buraco do tesouro levou Lynds à falência, assim como causou a ruína de todas as outras expedições similares. Com o passar dos anos, uma quantidade suficiente de provas foram retiradas do buraco, inclusive fragmentos de correntes de ouro e indícios de câmaras onde estariam colocadas arcas de madeira, mantendo vivas a curiosidade e a ganância de caçadores de tesouros.
O mistério do buraco do tesouro aumentou ainda mais quando foram descobertos dois canais ligados ao túnel, nas profundidades de 34 e 45 metros. Resguardados por fibras de coqueiros, os dois canais conduziam às praias da ilha, onde pareciam servir como esponjas, transportando a água do mar para o túnel principal, inundando-o para sempre. As fibras de coqueiros indicavam que os piratas do tesouro seriam originários do Pacífico Sul.
Caçadores de tesouros continuam a enterrar dinheiro no buraco, arriscando a  vida. Daniel Blankenship, ex-empreiteiro de Miami, dirige as escavações na ilha de Oak como representante da Triton Alliance Ltd., consórcio de 48 membros de ricos financiadores canadianos e americanos. Certa vez, estava ele dentro do túnel, quando as protecções metálicas, que sustentavam as laterais, 15 metros acima da sua cabeça, começaram a desabar. Os operários conseguiram retirá-lo do buraco poucos segundos antes do desmoronamento total.
Depois de já terem enterrado 3 milhões de dólares no local, Blankenship e a Triton resolveram seguir em frente. David Tobias, presidente da Triton, chegou a declarar: – O que está em jogo agora é, provavelmente, a escavação mais profunda e mais cara feita na América do Norte.
O novo plano implica a escavação do imenso túnel de aço e betão armado, com largura de 18 a 21 metros e 60 metros de profundidade, que revelará, de uma vez por todas, o que existe no fundo do buraco do tesouro. Custo estimado? Dez milhões de dólares.
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