Miguel Relvas – Pronto... então vamos “brincar”?
O PCP tentou, sem arruaça, sem foguetório, ouvir o primeiro-ministro, responsável direto pelas polícias secretas, sobre a, ao que se sabe, mais mais que provável bandalheira que por lá terá reinado nos últimos tempos. Fê-lo, responsavelmente,convocando potestativamente Passos Coelho para o ouvir, à porta fechada, perante a Comissão de Assuntos Contitucionais, preservando quaisquer melindres e/ou segredos de estado que pudessem estar envolvidos. O primeiro-ministro, segundo o entendimento de alguns, contra a legalidade, recusou-se a estar presente.
Entretanto, a jovem aposentada Assunção Esteves, que tem como atividade de tempos livres a Presidência da Assembleia da República, chegou à conclusão de que o primeiro-ministro não é obrigado a responder aos deputados... decisão de que o PCP vai recorrer para o Plenário, por parcamente explicada e debilmente fundamentada.
Já o inenarrável Miguel Relvas, para reforçar o sentido da recusa do primeiro-ministro, diz que se trata de assuntos importantes e sensíveis... e acrescenta, com aquele seu ar de luminosa inteligência, que «não se pode fazer política com coisas tão sérias».
Para não gastar a frase do Agostinho Lopes, ainda que fosse a mais adequada... pergunto apenas: então se não se pode fazer política com coisas sérias, com que raio é que se pode e deve fazer política?!!!
Mais uma prova de que Miguel Relvas, para além de todas as “coisas muito sérias” e infelizmente muito graves, que vem demonstrando ser... é também um imbecil!

Sem comentários:
Enviar um comentário