Fantasiando por vezes associo a um virus este crescendo de ignorância, este vazio de inteligência que permite a ascensão da extrema direita nazi. Somos nós os doentes, os que deambulamos procurando viver depois de anos e anos a desperdiçar oportunidades e dando chances aos fascistas, aos carrascos, aos que hoje nos controlam, nos assassinam, nos remetem para os antros, os abismos, miseráveis da doença, da fome e da guerra.
Se a humanidade não reage, não se transforma, não muda a sua conduta, não luta contra os monstros do mundo brevemente seremos nós os verdadeiros mortos vivos que hoje observamos nos filmes. A realidade da vida de muitos humanos, de muitos povos, hoje já caminha para aquilo que julgamos ser ficção.
Se a humanidade não reage, não se transforma, não muda a sua conduta, não luta contra os monstros do mundo brevemente seremos nós os verdadeiros mortos vivos que hoje observamos nos filmes. A realidade da vida de muitos humanos, de muitos povos, hoje já caminha para aquilo que julgamos ser ficção.
António Garrochinho

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