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segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

SEM PAPAS NA LÍNGUA ~ O Curioso é que as religiões institucionalizadas ou não, TODAS ELAS, primeiro quiseram vender um produto, um deus, um livro de obediências.



SEM PAPAS NA LÍNGUA 

O Curioso é que as religiões institucionalizadas ou não, TODAS ELAS, primeiro quiseram vender um produto, um deus, um livro de obediências.

Depois foram sendo engolidas pelo dinheiro e foram-se esvaziando e alguns valores sociais que embora explorados pelas seitas religiosas ainda tinha algo de útil, poderá dizer-se de bom, acabaram por ceder ao egoísmo, ao poder dos burgueses, dos senhores da guerra, dos papas, bispos e toda a canalha corrupta e mentirosa que viu o furo de uma vida de opulência e domínio.


Hoje qualquer líder religioso, como o papa ou outro tanto dobra como repica, um dia diz uma coisa outro dia diz outra e num determinado país ou contexto é capaz de fazer um discurso onde renega tudo o que está na Bíblia. Na semana seguinte desmente ou muda o discurso conforme a estratégia escolhida para dominar a plebe e autorizar os governos a reprimir os não crentes e impor a falsa doutrina.

Não lhe é difícil pois sabe que tudo é um jogo uma mentira, a maior mentira da humanidade.

Ora isto não tem nada de misterioso, de santo, de verdade, as fábulas, as metáforas, as mentiras são como as metralhadoras,
os mísseis.

São as armas de destruição massiva cada vez mais sofisticadas para dominar as revoltas do mundo, as justas, as do pão, as da liberdade, as da justiça, as da cultura, as do homem que se rebela e não acredita e por isso representa um perigo para os poderosos.

Bom natal pode ter algum significado ALIENANTE para gente submissa, obediente, ou pelo contrário, de PODER para gente abastada, A QUE EXPLORA E MANDA NO MUNDO mas é uma frase comercial, vazia, e só existe como parte da indústria de guerra de crápulas e assassinos com cara de anjos que podem vender Barbies ou granadas para despedaçar a carne das crianças


António Garrochinho

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