História é contada pelo “Jornal de Negócios”.
Os 5,4 mil milhões de euros que Portugal vai
devolver no próximo dia 15 de outubro são
compromisso assumido com uma obrigação
do Tesouro e não um terceiro reembolso
antecipado ao Fundo Monetário
Internacional, como tinha anunciado o
primeiro-ministroEstá oficialmente
confirmado: foi um lapso. Os 5,4 mil
milhões de euros que Portugal vai
devolver no próximo dia 15 de outubro
são um reembolso de uma obrigação
do Tesouro que vence nessa data e não
um reembolso antecipado ao Fundo
Monetário Internacional (FMI), como
tinha anunciado esta segunda-feira
Pedro Passos Coelho.
Os 5,4 mil milhões de euros que Portugal vai
devolver no próximo dia 15 de outubro são
compromisso assumido com uma obrigação
do Tesouro e não um terceiro reembolso
antecipado ao Fundo Monetário
Internacional, como tinha anunciado o
primeiro-ministroEstá oficialmente
confirmado: foi um lapso. Os 5,4 mil
milhões de euros que Portugal vai
devolver no próximo dia 15 de outubro
são um reembolso de uma obrigação
do Tesouro que vence nessa data e não
um reembolso antecipado ao Fundo
Monetário Internacional (FMI), como
tinha anunciado esta segunda-feira
Pedro Passos Coelho.
A notícia do reembolso foi um dos temas do dia, mas, segundo o “Jornal de Negócios”,
a verba a entregar aos investidores resulta de uma obrigação emitida em 2005,
cujo pagamento estava agendado para agora. O engano foi admitido por fonte
oficial do gabinete de Passos Coelho.
a verba a entregar aos investidores resulta de uma obrigação emitida em 2005,
cujo pagamento estava agendado para agora. O engano foi admitido por fonte
oficial do gabinete de Passos Coelho.
Também ao “Negócios”, o primeiro-ministro explicou que o Governo estava à
espera de receber os 3,9 mil milhões de euros aplicados no Novo Banco para
fazer mais um reembolso ao FMI. Sem a concretização dessa venda, o que
está agora em cima da mesa é avaliar “se é financeiramente favorável contrair
um empréstimo para, até ao fim do ano, fazer mais um pagamento antecipado”.
espera de receber os 3,9 mil milhões de euros aplicados no Novo Banco para
fazer mais um reembolso ao FMI. Sem a concretização dessa venda, o que
está agora em cima da mesa é avaliar “se é financeiramente favorável contrair
um empréstimo para, até ao fim do ano, fazer mais um pagamento antecipado”.
Caso o pagamento se venha a concretizar, será a terceira vez que é feito
um reembolso antes do prazo aos credores internacionais. Portugal já o
fez em março (6.600 milhões de euros) e em junho (quase mais 1.900 milhões de euros).
um reembolso antes do prazo aos credores internacionais. Portugal já o
fez em março (6.600 milhões de euros) e em junho (quase mais 1.900 milhões de euros).
(Expresso)

Sem comentários:
Enviar um comentário