AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

sábado, 12 de setembro de 2015

Mulher acorda todos os dias a pensar que é 15 de outubro -Para Nikki Pegram todos os dias são 15 de outubro de 2014, momento em que teve um acidente que lhe causou amnésia anterógrada, ou seja, a incapacidade de voltar a formar novas memórias.



Vive em Northamptonshire, no Reino Unido tem 28 anos. Ficou presa naquele dia de outubro e não sabe se algum dia irá recuperar. Foi nesse dia que caiu e bateu com a cabeça numa barra de metal, perdendo uma enorme parte da sua memória.
Para conseguir funcionar, todas as manhãs tem que ler um diário que alimenta desde o acidente. E todas as vezes fica surpreendida com o que lê. Depois, precisa de reaprender tudo o que, diariamente, vai escrevendo. Chama-se "Diário da perda de memória: ler assim que acordar".
A ideia foi do marido, Chris Johnston. "Nikki vive um dia de cada vez. Não sabe o que fez ontem ou na semana passada ou no mês passado. Tudo depende do diário e de mim" - contou à BBC.
Para o filho do casal, Freddie, de quatro anos, a adaptação tem sido difícil. Não entende por que motivo a mãe não se lembra de nada ou porque há dias que fica muito deprimida e não quer sair da cama.
O diagnóstico de Nikki não é definitivo, mas, entretanto, a jovem britânica que tinha o sonho de abrir um bar não consegue trabalhar, o que veio agravar o drama da família.
As autoridades britânicas negaram-lhe qualquer espécie de subsídio, considerando que Nikki tem condições para ter um emprego, "uma vez que consegue caminhar sozinha ao longo de 200 metros e não tem problemas de comunicação", explica Chris.




A questão é que Nikki acordaria todosos dias sem saber qual seria o seu trabalho e teria que aprender como fazê-lo repetidamente.
"Sou a Drew Barrymore do filme '50 First Dates' ('A minha namorada tem amnésia'), mas na vida real" - lê-se num excerto do seu diário, referindo-se a uma dos vários filmes que abordaram casos semelhantes ao de Nikki
.

Sem comentários: