populações humanas não são grupos claramente demarcados e biologicamente diferentes. |
Como todos sabemos raça é o
termo utilizado para classificar à
humanidade de acordo com as
características físicas e genéticas, só
que o seu conceito não resulta
particularmente útil sob o ponto de vista
biológico ou sociológico.
O motivo é simples: todas as raças
pertencem a uma única espécie
biológica, o Homo sapiens, e
só mostram pequenas variações
genéticas.
A genética reafirma a mesma
conclusão e assinala que
não existe diferença entre
as supostas raças humanas.
As variações de cor de pele e
traços externos dos diferentes grupos
devem-se historicamente às
diferentes adaptações ao meio
ambiente, é a famosa evolução
trabalhando a favor do desenvolvimento
e sobrevivência da espécie.
Os cientistas afirmam que ainda que
seja muito fácil reconhecer, a olhos
vistos, que uma uma pessoa é
caucasiana, africana ou asiática; o
rastreamento do genoma do
DNA e suas características internas
não permite notar nenhuma
diferença relacionada aos sinais de
uma raça ou de outra.
O resultado é, dizem os estudiosos,
que a nossa espécie é tão jovem sob
o ponto de vista evolutivo e que
os padrões migratórios são tão
amplos, permanentes e complicados,
que não é possível dividir os grupos
biológicos pois os aspectos da
raça são extremamente superficiais.
O mais famoso e conhecido
geneticista do mundo atual,
Jonh Craig Venter, diz que -
"A raça é um conceito social,
não científico, todos evoluímos nos
últimos 100 mil anos a partir do
mesmo grupo reduzido de tribos que
emigraram da África e colonizaram o
mundo".
A África foi a origem ancestral
de todos os humanos modernos,
e a espécie Homo Sapiens migrou a
partir de lá e substituiu o Homo
Erectus entre 140.000 e 290.000
anos atrás. Isto equivale a dizer que
100% da população mundial
tem um pézinho na senzala, como
dizemosaqui no Brasil.
A evolução da atual espécie humana é
uma só em todo mundo, e é tão
jovem que ainda não teve tempo
de se dividir em grupos biológicos.
Por isso a diferença genética entre
os indivíduos de todas as partes do
mundo é minúscula e pode ser
quantificada a 0,01%.
A "raça" com respeito aos seres
humanos NÃO é um conceito
científico, senão um conceito
social, isto é, cultural. Os estudos
do genoma humano evidencian que
os seres humanos constituem uma só
espécie biológica.
O uso da palavra "raça" é
fruto da era colonialista européia e
serviu para especular sobre as
diferenças físicas, sociais e culturais
à medida que os europeus
encontravam pessoas diferentes pelo
mundo. O racismo surgiu para
justificar o tratamento bárbaro dos
escravos africanos e posteriormente
dos indígenas da América e de
outros rincões distantes.
termo utilizado para classificar à
humanidade de acordo com as
características físicas e genéticas, só
que o seu conceito não resulta
particularmente útil sob o ponto de vista
biológico ou sociológico.
O motivo é simples: todas as raças
pertencem a uma única espécie
biológica, o Homo sapiens, e
só mostram pequenas variações
genéticas.
A genética reafirma a mesma
conclusão e assinala que
não existe diferença
e sobrevivência da espécie.
Jonh Craig Venter, diz que -
"A raça é um conceito social,
não científico, todos evoluímos nos
últimos 100 mil anos a partir do
mesmo grupo reduzido de tribos que
emigraram da África e colonizaram o
mundo".
A África foi a origem ancestral
de todos os humanos modernos,
e a espécie Homo Sapiens migrou a
partir de lá e substituiu o Homo
Erectus entre 140.000 e 290.000
anos atrás. Isto equivale a dizer que
100% da população mundial
tem um pézinho na senzala, como
dizemosaqui no Brasil.
A evolução da atual espécie humana é
uma só em todo mundo, e é tão
jovem que ainda não teve tempo
de se dividir em grupos biológicos.
Por isso a diferença genética entre
os indivíduos de todas as partes do
mundo é minúscula e pode ser
quantificada a 0,01%.
A "raça" com respeito aos seres
humanos NÃO é um conceito
científico, senão um conceito
social, isto é, cultural. Os estudos
do genoma humano evidencian que
os seres humanos constituem uma só
espécie biológica.
O uso da palavra "raça" é
fruto da era colonialista européia e
serviu para especular sobre as
diferenças físicas, sociais e culturais
à medida que os europeus
encontravam pessoas diferentes pelo
mundo. O racismo surgiu para
justificar o tratamento bárbaro dos
escravos africanos e posteriormente
dos indígenas da América e de
outros rincões distantes.
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