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sábado, 18 de fevereiro de 2012




foto net post António Garrochinho



É muito difícil respeitar uma Igreja assim (com um abraço sentido para os meus amigos católicos progressistas)

“A mulher deve poder ficar em casa, ou, se trabalhar fora, num horário reduzido, de maneira que possa aplicar-se naquilo em que a sua função é essencial, que é a educação dos filhos.” Assim diz o novo cardeal Manuel Monteiro de Castro.

De uma assentada, decreta-se que o papel da mulher no espaço público é indesejável, que o papel do homem na educação dos filhos é secundário, que uma família com filhos só pode ter um homem e uma mulher, e que os obstáculos à opção de constituir uma família com filhos nada têm a ver com o desemprego e a crescente precariedade das relações de trabalho.

Será que no reino de Ratzinger a ignomínia faz parte das provas de acesso a cardeal?

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