Espanhóis defendem criação de salário mínimo para jovens
Especialistas pretendem seguir modelo de formação alemão
2012-02-02
Jovens poderão combinar formação com prática remunerada.
O documento apresenta uma série de medidas que visam a organização e propõe vários instrumentos para reduzir o desemprego entre os jovens espanhóis – que supera os 50 por centro, dos 16 aos 14.
A equipa, formada, por escritores, historiadores e catedráticos, resume a proposta numa melhor qualidade na formação profissional, avançando para um sistema que combine aprendizagem e contrato de formação, reduzir os custos laborais dos jovens, implantar um contrato único indefinido com indemnizações crescentes, que reduzam a precariedade e fomentar uma cultura empreendedora e inovadora.
A ideia de um salário mínimo interprofissional para jovens virá, segundo o sociólogo, criar uma estrutura de custos laborais, que reflictam uma melhor aprendizagem no início de actividade, ressalvando que os primeiros salários do mercado de trabalho têm “um forte carácter formativo”.
O catedrático sublinhou ainda que Espanha “não tem um critério de idade no salário mínimo”. O documento defende, no fundo, o sistema alemão de formação profissional, mediante o qual os jovens combinam a formação com prática remunerada em empresas.
A ideia de um salário mínimo interprofissional para jovens virá, segundo o sociólogo, criar uma estrutura de custos laborais, que reflictam uma melhor aprendizagem no início de actividade, ressalvando que os primeiros salários do mercado de trabalho têm “um forte carácter formativo”.
O catedrático sublinhou ainda que Espanha “não tem um critério de idade no salário mínimo”. O documento defende, no fundo, o sistema alemão de formação profissional, mediante o qual os jovens combinam a formação com prática remunerada em empresas.
Ciência hoje
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