AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

domingo, 5 de fevereiro de 2012


Espanhóis defendem criação de salário mínimo para jovens

Especialistas pretendem seguir modelo de formação alemão

2012-02-02
Jovens poderão combinar formação com prática remunerada.
Jovens poderão combinar formação com prática remunerada.
Uma equipa de especialistas espanhóis, do Círculo Cívico de Opinião, apresentou um relatório com medidas que promovam o emprego juvenil, através da criação de um salário mínimo interprofissional. Rodolfo Gutiérrez, do departamento de Sociologia da Universidade de Oviedo, disse, a um diário espanhol, que considera que a medida poderá a simplificar trâmites administrativos, assim como reduzir prazos e custos, ajudando a fomentar a criação de centros de excelência.

documento apresenta uma série de medidas que visam a organização e propõe vários instrumentos para reduzir o desemprego entre os jovens espanhóis – que supera os 50 por centro, dos 16 aos 14.
A equipa, formada, por escritores, historiadores e catedráticos, resume a proposta numa melhor qualidade na formação profissional, avançando para um sistema que combine aprendizagem e contrato de formação, reduzir os custos laborais dos jovens, implantar um contrato único indefinido com indemnizações crescentes, que reduzam a precariedade e fomentar uma cultura empreendedora e inovadora.

A ideia de um salário mínimo interprofissional para jovens virá, segundo o sociólogo, criar uma estrutura de custos laborais, que reflictam uma melhor aprendizagem no início de actividade, ressalvando que os primeiros salários do mercado de trabalho têm “um forte carácter formativo”.

O catedrático sublinhou ainda que Espanha “não tem um critério de idade no salário mínimo”. O documento defende, no fundo, o sistema alemão de formação profissional, mediante o qual os jovens combinam a formação com prática remunerada em empresas.
Ciência hoje

Sem comentários: