Além dos quatro militares da GNR processados pelo juiz Neto Moura, o magistrado também levou a tribunal o agente da PSP que em 2012 apreendeu o carro do juiz, porque circulava sem matrículas. Ao contrário dos militares, o agente da PSP foi absolvido.
O juiz, que ficou conhecido pelas polémicas afirmações em acórdãos sobre violência doméstica, exigia ao agente uma indemnização de cerca de 4 mil euros por ter ficado sem a viatura.
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