Bona Sforza nasceu em 1494, filha de uma família poderosa de Milão, na Itália.
Na juventude, se casou com o rei Sigismundo I da Polónia e começou a se envolver em questões políticas e financeiras do reinou, por demonstrar bastante inteligência.
Qunado o seu filho Sigismundo II se casou com Isabel, da família real da Áustria, Bona revoltou-se.
Apesar disso, o casamento ocorreu normalmente, mas terminou com a morte de Elizabeth, dois anos depois.
Viúvo, Sigismundo casou-se com uma antiga amante, Barbara Radziwill.
Cinco meses depois do casório, a mulher também morreu, o que fez com que muita gente acreditasse que Bona usava um tipo de veneno para se livrar de suas noras indesejadas.
Catarina de Médici se casou com o rei Henrique II da França e se tornou uma força política reconhecida durante os reinados de seus três filhos.
Na intenção de consolidar o poder da família, ela forçou a filha Margarida a se casar com Henrique de Bourbon, ainda que odiasse a fé protestante e a mãe do rapaz Jeanne.
A mulher acabou morrendo pouco tempo depois de chegar à corte com seu filho, fazendo com que surgissem acusações de que Catarina a teria envenenado.
Depois do casamento, em 1572, católicos revoltados se reuniram para matar protestantes que estavam na região para as celebrações.
Segundo historiadores, Catarina autorizou – ou ao menos conhecia – a revolta, que quase acabou com a vida de seu novo genro.
A relação da mulher com a nora Mary Stuart também era bem complicada. Quando o marido da jovem morreu, Catarina ordenou que Mary devolvesse as joias da coroa e voltasse para a Escócia.
Letícia Ramolino Bonaparte, mãe de Napoleão Bonaparte, não era uma mulher que gostava de participar muito na vida política de seus filhos, mas ela não perdia uma oportunidade de demonstrar muito interesse nos assuntos amorosos. Desde o início, ela nunca gostou da esposa de Napoleão, Josefina, acreditando que a mulher era muito velha para ter filhos e dizendo ao filho que ela era alguém de moral duvidosa e caráter ferido. Ao menos em um dos aspectos, Letícia estava certa, já que Josefina não foi capaz de gerar um herdeiro para Napoleão e os dois acabaram se divorciando. Infelizmente, a relação entre Letícia e a segunda mulher do conquistador, Maria Luísa da Áustria, também não foi das mais cordiais.



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