AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Greve com adesão de 100% fecha Minipreço de Oeiras


Os trabalhadores da loja Minipreço de Paço de Arcos, em Oeiras, cumprem esta quinta-feira um dia de greve contra o «despedimento colectivo encapotado» decorrente da ​​transmissão de lojas a terceiros.
https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/jumbo1200x630/public/assets/img/7987.jpg?itok=h0ib4ErQ
Concentração de trabalhadores em frente à loja em Oeiras. 23 de Agosto de 2018
Concentração de trabalhadores em frente à loja em Oeiras. 23 de Agosto de 2018Créditos/ CESP
Em nota de imprensa, o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP/CGTP-IN) afirma que a adesão à greve foi total, o que levou ao encerramento da loja da marca Dia.
Os trabalhadores do Minipreço contestam o que chamam de um «despedimento colectivo encapotado», feito pela empresa com um processo de transmissão de lojas a terceiros (terceirização/franquia de lojas), exigindo desta a manutenção dos postos de trabalho e o fim das acções repressivas para forçar rescinsões.
«A empresa continua a transmitir lojas, como é o caso desta loja de Paço de Arcos, pressionando os trabalhadores com transferências ou acordos de rescisão, provocando assim um despedimento colectivo encapotado que já destruiu centenas de postos de trabalho», afirma o CESP.
De acordo com o sindicato, numa reunião no Ministério do Trabalho, foi exigido à Dia Portugal mais informações e a salvaguarda dos direitos dos trabalhadores, mas não houve resposta sobre o futuro das lojas. 
«Numa empresa que diz ter responsabilidade social vemos a cada dia mais atropelos e a constante violação aos direitos dos trabalhadores a ser praticada de forma impune», acrescenta o CESP.



www.abrilabril.pt

Sem comentários: