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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Ex-director do FMI arrisca seis anos de prisão pelo caso Bankia Rodrigo Rato, que foi também ministro do governo espanhol de José Maria Aznar, está envolvido em suspeitas de ocultação de perdas do banco e uso indevido de cartões de crédito.

Ex-director do FMI arrisca seis anos
 de prisão pelo caso Bankia

Rodrigo Rato, que foi também ministro do governo espanhol de José Maria Aznar, está envolvido em suspeitas de ocultação de perdas do banco e uso indevido de cartões de crédito.
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O espanhol Rodrigo Rato arrisca seis anos de prisão, depois de os peritos judiciais concluírem que antigo director do Fundo Monetário Internacional (FMI) apoiou a entrada em bolsa do Bankia, que pertencia ao Banco de Fomento y Ahorros (BFA) com contas que "não expressavam a imagem fiel da entidade".
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Os peritos acusam Rato, que estava à frente do Bankia, de ter assinado relatórios de contas que escondiam prejuízos e algumas despesas, nomeadamente as que ele próprio e outros políticos e gestores fizeram com cartões de crédito da empresa, gastando um total de 15 milhões de euros em festas, discotecas, safaris e artigos de luxo.

A entrada em bolsa do Bankia fez-se assim baseada em contas que não correspondiam à realidade, mostram as conclusões do inquérito judicial, a que o jornal "El Mundo" teve acesso.
Rodrigo Rato, que foi expulso do Partido Popular quando a polémica rebentou, arrisca agora entre um a seis anos de prisão, diz o diário espanhol.

* Ibéria, "A Jangada Corrupta", o título que faltou a Saramago.


apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

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