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domingo, 2 de março de 2014

TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO imagem 213x300 Obscuras teorias da conspiração #17# Obscuras teorias da conspiração. Desta vez, estamos adicionando uma lista de teorias que sejam detidas por um número muito menor de pessoas (que, felizmente para nós, resultam em algumas idéias um pouco mais bizarras).

TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO

Obscuras teorias da conspiração. Desta vez, estamos adicionando uma lista de teorias que sejam detidas por um número muito menor de pessoas (que, felizmente para nós, resultam em algumas idéias um pouco mais bizarras).
Vale a pena ressaltar que há muita controvérsia sobre os fatos a seguir.
Apanhador do Campo de Centeio
71579 4 Obscuras teorias da conspiração #17#
O escritor J.D.Salinger é um desses eremitas excêntricos (o outro é THOMAS PYNCHON) que existe na literatura americana. Ele não dá entrevistas, não se deixa fotografar e, recentemente, também parou de escrever. E ninguém é mais genial do que um escritor que não escreve, certo?
O Apanhador no Campo de Centeio, romance mais famoso de Salinger, retrata as dúvidas e fantasias de um adolescente dos anos 1950. Embora escrito num tom lacrimoso de auto-ajuda (ou, talvez, exatamente por isso), o livro virou cult no mundo inteiro. O curioso é que a obra de Salinger foi achada na casa de dois notórios malucos:
Mark Chapman, o assassino de John Lennon, foi encontrado pela polícia quando lia tranqüilamente O Apanhador no Campo de Centeio.
John Hincley Jr., o homem que atirou no presidente americano Ronald Reagan para supostamente chamar a atenção da atriz Judie Foster, também tinha um exemplar do livro de Salinger em casa.
Teóricos da conspiração acreditam que o romance é um gatilho mental para matadores pré-programados. Resumidamente, ilustrando o que foi dito acima, supondo que você seja um assassino pré-programado por meio de alguma tecnologia desconhecida pelo público e você, como era de esperar, não faz a menor ideia disso. A missão ficaria “adormecida” na mente do assassino pré-programado, como uma espécie de vírus de computador psíquico, até que ele lesse o livro e acionasse a programação.
Como cuidado é bom não ler Salinger. Vai que….
Embora digam que ele não é o único item que é usado como “gatilho”.
Publicidade subliminar
Você já deve ter falado sobre “mensagens subliminares”, não? Em resumo, uma mensagem subliminar é como um o próprio nome diz, uma mensagem que não está explícita. Segundo a Psicologia, uma mensagem subliminar não é captada pela consciência do ser humano, entretanto, totalmente interpretada pelo subconsciente. Vamos ao exemplo: Você assiste um filme e este exibe uma perseguição de carros. Durante a cena, você sente uma intensa vontade de comer hambúrguer. Talvez você não entenda de inicio porque isso acontece mas ao analisar a cena com um software apropriado percebe que existe alguns quadros que bombardeiam a tela com uma imagem de um hambúrguer. Como se trata de apenas uns quadros e tendo em vista que dependendo da sofisticação do filme temos milhares de quadros por segundo, seu olhar captou a imagem porém na sua consciência não conseguiu interpretar, de modo, que somente seu subconsciente ficou sabendo que ela existia. Essa técnica era usada massivamente durante os anos 70 e 80 nos cinemas e tinha como objetivo desde fazerem as pessoas comprarem mais pipoca até fazer as mesmas começar a fumar. Hoje em dia, pesquisas falam que as mensagens subliminares não fazem efeito. Também dizem que elas não são mais inseridas nos filmes e comerciais. Todavia, hora ou outra, aparece alguém na internet que descobriu que as produtoras andam quebrando suas promessas. Logos de marcas famosas, técnica de Pavlov e os mais diversos tipos de condicionamentos podem ainda ser vistos nos programas de tv, filmes, séries, músicas, vídeo-clipes e todo tipo de mídia áudio-visual. Uma das campeãs é a Walt Disney que tem uma mania muito bizarra de colocar mensagens subliminares que incentivam o ato sexual em seus desenhos ( e depois negam que colocaram e que foi uma brincadeira dos produtores do filme…aham…tô sabendo.)
30. Doenças Criadas para enriquecer Laboratórios Farmacêuticos
Você deve ter percebido que muitas doenças estão aparecendo ultimamente e que, quando os pesquisadores vão estudar, chegam a conclusão que naturalmente elas não poderiam ter alcançado aquele estado, como aconteceu com a H1N1 (gripe suína). Elas precisariam de um “empurrãozinho” para que a mutação atingisse aquele grau, melhor dizendo, esse “castigo da natureza” é na realidade, obra do homem. Adrian Gibbs, um dos responsáveis por produzir o Tamiflu, o antiviral que originou a vacina, entregou um relatório a OMS afirmar e comprovando que seria impossível o vírus se desenvolver da maneira que se desenvolveu sem que tenha sido manipulado. No entanto, a OMS está com os dois pezinhos na lama e não deu muita atenção ao pedido de investigação de Adrian. O motivo é porque a OMS lançou um alerta máximo com o surgimento da H1N1, com uma estimativa de 15 milhões de vítimas. Os números reais mostraram que a Influenza A H1N1 gerou em 213 países um total de 17 mil vítimas. Essa discrepância entre os números reais e o estimado levantou suspeita. Ao dar o alerta máximo, a OMS diz indiretamente aos governos que é necessário comprar um número exorbitante de vacinas. E foi isso que aconteceu. E tem governo por aí que deve até as calças agora para os laboratórios farmacêuticos e tem armazéns e mais armazéns de estoque da vacina contra o vírus. Possivelmente, essa não foi a primeira vez que isso aconteceu. Pesquisadores respeitados dizem que isso é uma tática que vem sendo adota por essas empresas a um bom tempo. Teóricos da Conspiração falam que o próprio vírus HIV foi criado em laboratório para o mesmo fim: lucrar.
 Redução de 60% da população mundial
The Coming World War Apocalypse Now Nukes Going Off In America Obscuras teorias da conspiração #17#
Todos os governos do mundo estão se preparando para um evento que ninguém faz a mínima ideia do que seja. São bunkers de milhões de dólares construídos da Noruega, Instalações do FEMA se espalhando por todo EUA, imensas bases militares com abrigos subterrâneos sendo edificados na China, entre outros governos que parecem estar assustados com alguma coisa que está por vir em breve. A suspeita recai sobre o cálculo da Dinâmica dos Sistemas. Em 1990 os cientistas já haviam chegado a conclusão que o planeta não suportaria mais do 8,5 bilhões de habitantes sem entrar em colapso. O cálculo é feito considerando elementos essenciais para sobrevivência do ser humano, como área disponível para o plantio e emissão de poluentes por habitante/ano. O planeta aguentaria cerca de 10,2 bilhões de habitantes se, apenas se, todos os humanos fossem vegetarianos. Mesmo assim, estaria em uma zona critica, de possível guerra entre os povos para adquirir recursos. A projeção é que a Terra atinja esse nível em 2050. A única maneira de o planeta suportar o estilo de vida atual (ou seja, os ricos consumindo e os pobres… você sabe…) é a Terra ter menos de 8,5 bilhões de habitantes. E esse patamar vai ser atingido segundo a projeção antes de 2020. Logo, um controle populacional se torna necessário. E como isso seria feito? Essa é a dúvida. Nesse ultimo ano atingimos os 7 bilhões de habitantes. Para a medida de controle venha atingir a população antes do colapso é importante que ela seja aplicada antes da população chegue a 8 bilhões, para caso ela falhe, exista a possibilidade da aplicação do plano B. Ou seja, vai ser aplicada logo. Recentemente, um grupo de pesquisadores conseguiram um vírus da gripe muito mais potente que o H1N1. Segundo eles, esse vírus seria capaz de infectar 6 a cada 10 habitantes da Terra. Agora pense: 6 a cada 10… eles querem reduzir a população para 40%….é interessante como os fatos se encaixam. Os EUA quer proibir que a Science e a Nature publiquem os resultados dos trabalho dos pesquisadores. Contudo, alguns dos teóricos da conspiração mais famosos já perceberam a jogada. É tudo muito simples: eu vou contra a publicação do trabalho, depois, libero o vírus e esse se espalha pelo planeta. Quando apontarem para eu, como culpado dos acontecimentos, eu digo: “Lembra que eu fui contra a publicação do trabalho? Como poderia ser eu?”
 Idiocracia programada
idiocracy+sof%C3%A12 Obscuras teorias da conspiração #17#
Amigo leitor, você já deve ter percebido que quanto mais passam os anos mais idiotas as pessoas ficam? Deve ter notado também que as novas gerações tende a cultuar e venerar ainda mais entidades que geram uma contribuição zero ou nula para sociedade, como atores, atrizes, atletas, músico (classificadas “celebridades”) enquanto profissionais que trabalham pelo povo como médicos, juízes, engenheiros, bombeiros, policiais tende a ter a cada dia menos reconhecimento. E ainda, deve ter observado que as emissoras de Tv e mega portais da internet, criam e recriam sua grade entretenimento visando sempre, dar destaques aos quadros mais inúteis e que trazem menos cultura para população do que o inverso. Se você acha que isso ocorre de forma acidental ou porquê o povo gosta de ver esse “lixo”, enganou-se. A idiocracia é programada. Trata-se de um sistema criado em cima da famosa estratégia do “pão e circo”. Mantenha o povo distraído e bem alimentado e ele sempre estará na coleira, como um cão que obedece cegamente seu dono. A idiocracia programada é na realidade uma União do Estado e do Quarto Poder (a mídia). É por isso, por exemplo, que enquanto a Wall Street sofre protestos todo dia por parte do grupo Occupy Wall Street, aqui no Brasil você vê reportagens do tipo “O jogador Adriano se mete em mais uma enrascada”. Ou melhor, é por isso que você não assiste a explicações concretas sobre o porquê que o sistema capitalista está a beira de um colapso, ou porquê você não escutou na imprensa que o ditador Libio M.Kadafi tornou a Líbia um dos povos que recebiam mais benefícios do governo e que, a sua declínio começou porque ele queria destituir o dólar dos países árabes e adotar uma moeda própria. Aqui no Brasil, essa estratégia é muito bem elaborada e executada pela nossa querida Rede Globo que, sempre que pode, manipula a população brasileira a agir ao seu favor. Em verdade, atrás de uma falsa demagogia da “liberdade de expressão” a imprensa brasileira abusa e extrapola os limites éticos.
O ultimo episodio dessa estratégia montada para idiotizar o povo foi a descoberta que o ancora do jornal da Globo é na verdade um espião dos EUA. O seu objetivo no Brasil, segundo o Wikileaks, seria filtrar as informações contra o capitalismo e beneficiá-lo.
Caso Rosswell
Este é provavelmente o incidente mais famoso e importante da história do fenómeno OVNI em todo o mundo.
Apesar de ter sido descoberto que o caso UMMO, foi uma fraude muito bem orquestrada, o “incidente de Roswell”, poderá também ser considerado como tal ? Talvez sim… ou será que não ?
Vejamos o que se passou efectivamente nessa região dos Estados Unidos, e quais as implicações posteriores naquele país. Para tal passarei a descrever os factos ocorridos desde 1947 até Outubro de 1997, sem que sobre ele formule qualquer comentário.
Na noite de 2 de Julho de 1947 o casal Wilmot que estava no exterior de sua casa em Roswell, estado do Novo México, nos Estados Unidos, viu um objeto luminoso de forma oval, durante 40 a 50 segundos, a atravessar o céu de SE para NW, cerca das 21:50 h. Na manhã seguinte, o engenheiro Barney Barnett, de Socorro, Novo México, encontrava-se a trabalhar com um grupo de estudantes de arqueologia nas planícies de San Agustin, a 400 Km a oeste de Roswell. Nesse mesmo dia, a cerca de 120 quilómetros de distância, e no sentido indicado pelo casal Wilmot, o rancheiro W. MacBrazel descobriu um extraordinário achado no seu campo… estava este distanciado a 240 Km do local onde se encontrava o engenheiro e os arqueólogos que, no meio do deserto, foram curiosamente atraídos por um brilho que sobressaía das areias. Pensando tratar-se de destroços de um avião, Barney Barnett e os jovens estudantes a arqueólogos deslocaram-se ao local, tendo constatado a existência de um objeto com 8 a 10 metros de diâmetro, de configuração lenticular parcialmente destruído, próximo do qual jaziam alguns corpos, bem como no seu interior. Estes tinham fisionomia humanoide, com olhos pequenos e cabeça excessivamente grande desproporcional ao corpo, que teria cerca de 1,50 m de altura, trajando com uma roupa integral de côr cinzenta. Pouco depois, surgiu um jeep da força aérea norte-americana com alguns oficiais, que isolaram ao local e intimidaram as testemunhas para que não relatassem o que tinham visto porque “aquilo era o resultado de uma experiência secreta de interesse nacional”, feita com um balão sonda. Pouco depois chegava um enorme caminhão que carregou a nave e os corpos, tendo partido com destino desconhecido.
Entretanto o rancheiro William MacBrazel que tinha descoberto uma área com cerca de 500 metros quadrados coberto de estranhos detritos, “como se sobre ele tivesse explodido qualquer aparelho estranho”. Contando aos vizinhos a estranha descoberta que fizera e mostrando, inclusive, um dos “detritos” que era semelhante ao alumínio mas extremamente maleável e ao mesmo tempo muito duro, que observado de determinado ângulo podia notar-se a existência de estranhos desenhos “semelhantes a flores”. Por sua vez, os vizinhos explicaram-lhe que na noite anterior teriam sido vistos pelo menos 12 (doze) objetos não identificados sobrevoando a região e que o melhor era dirigir-se ao xerife, George Wilcox e mostrar-lhe o achado ! E assim o fez…


Num curto comunicado à imprensa, o tenente da Base Aérea próxima, Walter Haut, informou que o força aérea dos Estados Unidos tinha “capturado” um disco voador que estava guardado no Hangar-84, da Base White Sands.
Com a melhor das boas intenções o rancheiro MacBrazel, dirigiu-se aos militares acompanhado do xerife Wilcox, a fim de relatar o sucedido, após o que ficou retido na base durante bastante tempo para prestar declarações.
Regressando ao seu rancho verificou que um grande número de militares, pesquisava toda a área do achado, recolhendo estranhos detritos no local por ele anteriormente indicado, não deixando ninguém aproximar-se. Havia instalado um quadrante de isolamento no local de raio maior que 5 km.
Três horas após terem entrado na base, uma parte dos destroços retirados do local onde se encontravam e o objeto encontrado no deserto, bem como os cadáveres dos presumíveis tripulantes, que tinham sido inicialmente transportados para a RAAF, foram transferidos para a base de Wright-Paterson, onde foram guardados para investigação, no Hangar-18. Mais tarde, foram novamente transferidos secretamente pelos militares para a base aérea de Muroc, na Califórnia, onde foram exibidos ao então presidente dos Estados Unidos general Eisenhower, em 20 de Fevereiro de 1954.
A partir dessa data, nada mais se soube, conjecturando-se apenas se terão sido transportados para a Zona 51, na base de Nellis, no estado do Nevada.
A justificação final que foi fornecida pela Força Aérea dos Estados Unidos sobre Roswell foi a de que entre os meses de Maio e Julho de 1947, foram lançados onze balões sonda (veremos mais à frente como esta versão foi posteriormente alterada), no âmbito do Projeto Mogul. Para aquelas entidades, os referidos balões possuíam uma “cauda”, na qual estavam colocadas várias tiras em papel de alumínio, para poderem ser seguidos pelo radar. Dos onze balões só dois não tinham sido recuperados: os dos dias 29 de Maio e 4 de Junho.
Entretanto, foi exigido que fosse feito um “black out” por todas as estações de rádio das proximidades, nomeadamente a KOAT, de Albuquerque, que efetuava a cobertura do acontecimento, com a seguinte indicação enviada por telex: “ATENÇÃO ALBUQUERQUE: NÃO TRANSMITAM ESTAS MENSAGENS. SUSPENDAM AS NOTÍCIAS IMEDIATAMENTE”.
J. MacBoyle, jornalista da estação de rádio KSWS, de Roswell, obteve, entretanto, outra informação relacionada com a do rancheiro MacBrazel: os militares além de terem recolhido os destroços que aquele tinha descoberto, também recolhera uma nave que se encontrava semi- enterrada no solo de San Agustin, assim como os cadáveres dos seus tripulantes.
Pressionados pela opinião pública, o major Jesse Marcel exibiu os destroços do que ele designou serem “fragmentos de um balão”, podendo os jornalistas fotografá-los de perto, ao contrário do que sucedera na véspera, em que os anteriormente mostrados eram de outro tipo, e fotografados a uma distância considerável.
A 8 de Julho, o jornal local “ROSWELL DAILY RECORD” noticiava com grande destaque : “A RAAF (Roswell Army Air Force, sigla que designava o perímetro militar da força aérea próximo daquela localidade, onde estava sediado o grupo de bombardeiros estratégicos nº 509) capturou um disco voador num rancho na região de Roswell”.
Por outro lado, todas as pessoas que de alguma forma estiveram ligadas às observações destes destroços, foram, segundo as próprias, intimidadas, por ameaças mais ou menos veladas, feitas pelos serviços de inteligência militares, a ficarem caladas sobre o assunto.
Com o correr do tempo o “incidente de Roswell” acabou caindo no esquecimento até aos acontecimentos que tiveram lugar em 20 de Setembro 1977 , próximo da cidade de Petrozavodsk, ex-URSS. Um fato idêntico foi testemunhado, mas, desta vez por centenas de pessoas. Desta vez, verificando que a história do “balão-sonda” de Roswell não teria força suficiente para justificar a evidência dos factos, as entidades soviéticas afirmaram que aquela nave, não era nada mais nada menos que o seu satélite Kosmos 955, que reentrou na atmosfera e haveria caído naquela área. O isolamento da zona justificava-se pelo “material secreto” que transportava.
A partir desse momento os grupos de investigação do fenómeno OVNI e o público norte-americano remexeram no passado de Roswell, começando a fazer uma forte pressão para que fossem divulgados os relatórios secretos do incidente. Com a situação a ficando insustentável, o senador do estado do Novo México, Steven Schiff, propôs à Comissão do Especial do Congresso, que fosse elaborado um relatório do sucedido, o mais completo possível, com base em documentos que estavam na posse da CIA, do FBI, do Conselho Nacional de Segurança e de outras agências que direta ou indiretamente intervieram no caso. Após um levantamento prévio a Comissão verificou que todos os documentos de natureza administrativa (logística, por exemplo) existentes na Base Aérea de Roswell, correspondente aos anos compreendidos entre 1945 a 1949, tinham sido destruídos, o mesmo sucedendo aos relatórios daquele perímetro militar referentes aos anos de 1946 a 1949, sem que se soubesse quem ordenara a sua destruição. Face à falta de elementos, foi elaborado um documento de 30 páginas onde se concluía que o aparelho de Roswell não passava de um balão secreto.
No princípio do ano de 1995 foi adquirido por um anônimo por 100.000 dólares, um filme que foi posteriormente divulgado em todo o mundo, no qual se constatava a existência de uma pseudo-autópsia de um dos seres extraterrestres capturados no OVNI de Roswell.
Face ao filme exibido e à polémica que ele gerou, a Comissão do Congresso norte-americano elaborou um novo relatório sobre o assunto, desta vez com cerca de 230 páginas. Nele se afirma que os “alienigenas” descritos pelas testemunhas no deserto de San Agustin, junto aos destroços de um possível OVNI, não passavam de “bonecos antropomórficos utilizados em ensaios da força aérea”. Segundo o relatório, os bonecos eram elevados em balões até 10.000 metros de altitude e depois largados contra o solo por forma a determinar-se qual o resultado do impato possível resultante de futuras reentradas na atmosfera de naves tripuladas por astronautas (e não balões sonda, com anteriormente fora afirmado). Estes bonecos, os “dummies”, assim designados na gíria militar eram fabricados com uma estrutura de alumínio e aço, revestidos de látex e plástico tendo sido testados pelos militares no estado do Novo México (saliente-se que estes bonecos só foram fabricados entre 1954 e 1959 tendo o incidente de Roswell ocorrido em 1947).
Frente a todas as contradições, o coronel da Força Aérea dos Estados Unidos, John Haynes, realizou diretamente do edifício do Pentágono, uma conferência de imprensa em 24 de Junho de 1997 a fim de fornecer o relatório final dos acontecimentos de Roswell. Perante as inúmeras questões levantadas pelos jornalistas, limitou-se a descrever o conteúdo do relatório. A uma pergunta efetuada por um jornalista da CNN, que questionando o coronel indagando se este não estaria a ser “usado” naquela conferência de imprensa porque era considerado como sendo um “incrédulo” dos OVNIs, este respondeu: “Caso encerrado ! Vocês têm os elementos, as datas e os relatórios…”
Por sua vez, em 4 de Julho de 1997, teve lugar uma conferência de impresnsa em Roswell, na qual estiveram presentes Derrel Sims, antigo funcionário da CIA hipno-anestesista e bioquímico, o Dr.Vernon Clark, investigador da Universidade de San Diego, e o Dr.Roger Leir. Derrel Sims informou que esteve na posse de alguns dos fragmentos que, presumivelmente, teriam constituído uma parte dos objetos que foram encontrados. Apesar de cético, Sims pediu que se efetuassem várias análises e testes naquelas substâncias que tinham um aspecto metálico. Os fragmentos que tinha na sua posse foram cedidos pelo Dr. Jesse Marcel, Jr., filho do então major Jesse Marcel, oficial que em 1947 que notificou os jornalistas que o presumível OVNI de Roswell não passava de um balão meteorológico. O oficial terá subtraído então alguns fragmentos para mostrar à sua família, tendo desse modo, esta tomado posse dos mesmos.
Testes efetuados pelo Dr. Vernon-Clark incluíam a análise à indutividade da massa espectroscópica-plasmática, isto é: tratava-se de um método normalmente utilizado para determinar a composição e as proporções dos isótopos de modo que pode-se determinar um grande número de elementos. Os resíduos de Roswell foram assim dissolvidos numa mistura de ácidos fluorídrico e nítrico; posteriormente, o líquido obtido foi vaporizado e injetado para dentro de um recipiente contendo a.p. que procedeu à separação atómica dos ions; estes, por sua vez foram acelerados para dentro de um espectrômetro de modo o poderem ser separados e detectados, contando-se o número atómico do núcleo que corresponde a determinado tipo de isótopo. Os resultados determinaram que o material apresentou uma variação mais significativa do que sería “normal” detectar na composição dos isótopos existentes na Terra.
Depois daquele teste o Dr. Vernon-Clark efetuou ainda um outro sobre a indutividade das emissões ópticas espectroscópicas-plasmáticas, isto é: através deste método que é também possível determinar a composição de um leque muito variado de elementos. Introduzindo-se uma amostra vaporizada num tubo com argônio, este separa os ions atómicos. Os átomos são excitados pela energia do plasma, e emitindo energia eletromagnética com comprimentos de onda diferentes para cada elemento. Este método difere do anterior porque nele não é possível estabelecer a diferença entre os isótopos. Deste teste determinou que aquela matéria não podia existir na natureza, tendo sido fabricado.
Por tudo o que foi exposto, desenha-se a perspectiva de que o “incidente Roswell”, apesar de ter sido “encerrado” pelo Pentágono, se mantém aberto para os investigadores.
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