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Os funerais, realizados na quinta-feira, atraíram milhares de pessoas. "Como vimos pela presença de tantas pessoas nos funerais desses jovens americanos, somos todos uma única família, a mesma família americana", sublinhou Barack Obama.
O alegado autor do crime, Craig Stephen Hicks, de 46 anos, era conhecido pela oposição às religiões, revelada numa página na rede social do Facebook com dezenas de publicações de conteúdo antirreligioso.
A polícia aponta para uma disputa por um lugar de estacionamento como o motivo para o crime, mas as famílias das vítimas falam de um crime de ódio.
O FBI, polícia federal americana, anunciou o início de uma investigação paralela para apurar as razões do crime.
Mais de 5.000 pessoas juntaram-se para as cerimónias fúnebres de Deah Shaddy Barakat, de 23 anos, da sua mulher Yusor Mohammad Abu-Salha, de 21 anos, e da irmã dela Razan Mohammad Abu-Salha, de 19 anos, que as autoridades dizem terem sido mortos por um vizinho na cidade universitária de Chapel Hill.
O alegado autor do crime, Craig Stephen Hicks, de 46 anos, era conhecido pela sua oposição às religiões, com a sua página de Facebook a mostrar dezenas de publicações de contudo antirreligioso.
A polícia apontou para uma disputa por um lugar de estacionamento como o motivador do crime, mas as famílias das vítimas acreditam que se tratou de um crime de ódio.
O FBI anunciou o início de uma investigação paralela para apurar se se tratou de um crime de ódio, o que resultaria numa pena mais pesada.
«Estamos certos que as nossas filhas foram alvo deste crime devido à sua religião», afirmou à AFP o pai das duas irmãs, Mohammad Abu-Salha.
«Não se trata de nenhuma disputa por estacionamento, estas crianças foram executadas com tiros na nuca. Tudo aponta para um crime de ódio e não me vou conformar», disse.
Mohammad Abu-Salha contou que a sua filha Yusor se tinha queixado que Hicks a importunava e que apareceu à porta de sua casa para se queixar de um lugar de estacionamento com uma arma à cintura.
Os vizinhos descreveram Hicks como problemático, criando frequentemente conflitos a propósito do estacionamento e sendo visto em público com uma arma.
Milhares nos funerais dos estudantes muçulmanos mortos nos EUA
Autoridades dizem que os estudantes foram mortos por um vizinho na cidade universitária de Chapel HillAs famílias dos três estudantes muçulmanos mortos a tiro por um vizinho nos Estados Unidos despediram-se na quinta-feira dos jovens, em funerais que atraíram milhares de pessoas.
Mais de 5.000 pessoas juntaram-se para as cerimónias fúnebres de Deah Shaddy Barakat, de 23 anos, da sua mulher Yusor Mohammad Abu-Salha, de 21 anos, e da irmã dela Razan Mohammad Abu-Salha, de 19 anos, que as autoridades dizem terem sido mortos por um vizinho na cidade universitária de Chapel Hill.
O alegado autor do crime, Craig Stephen Hicks, de 46 anos, era conhecido pela sua oposição às religiões, com a sua página de Facebook a mostrar dezenas de publicações de contudo antirreligioso.
A polícia apontou para uma disputa por um lugar de estacionamento como o motivador do crime, mas as famílias das vítimas acreditam que se tratou de um crime de ódio.
O FBI anunciou o início de uma investigação paralela para apurar se se tratou de um crime de ódio, o que resultaria numa pena mais pesada.
«Estamos certos que as nossas filhas foram alvo deste crime devido à sua religião», afirmou à AFP o pai das duas irmãs, Mohammad Abu-Salha.
«Não se trata de nenhuma disputa por estacionamento, estas crianças foram executadas com tiros na nuca. Tudo aponta para um crime de ódio e não me vou conformar», disse.
Mohammad Abu-Salha contou que a sua filha Yusor se tinha queixado que Hicks a importunava e que apareceu à porta de sua casa para se queixar de um lugar de estacionamento com uma arma à cintura.
Os vizinhos descreveram Hicks como problemático, criando frequentemente conflitos a propósito do estacionamento e sendo visto em público com uma arma.



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