O QUE SABIAMOS HÁ MUITO…
Os disparos de snipers sobre polícias e manifestantes na Praça Maidan, em Kiev, foram um catalisador do conflito entre manifestantes ditos “pacíficos” e as forças policiais ao serviço do governo de Viktor Yanukovych. Abundava já então a semiologia da violência do fascismo, com suásticas tatuadas e bandeiras com insígnias dos descendentes directos dos colaboracionistas ucranianos da guerra de 1941-1945, mas o discurso dos “oprimidos” prevalecia.
Seguiu-se um golpe de Estado, que pretendeu legitimar a revolta contra a “violência” perante “protestos civilizados”. Mas desde logo surgiu a dúvida sobre a origem dos disparos que mataram dezena de pessoas. Uma conversa telefónica, não desmentida, entre a responsável pela política externa da União Europeia, a Baronesa Ashton, e o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Estónia, revelava informações locais credíveis sobre a origem dos disparos por parte das forças pró- Maidan. Agora a BBC aclarou esse facto, ao entrevistar um dos snipers, que confirmou a ligação aos organizadores do protesto.
A pseudo “superioridade moral” do “europeísmo” expresso nessas manifestações caiu por terra. Afinal tudo não passara de um miserável embuste. Tal com já o fora em Timisoara na Roménia, onde as “forças libertadoras do comunismo” desenterraram cadáveres para simular fuzilamentos, ou em Sarajevo, na Bósnia.
CR
Seguiu-se um golpe de Estado, que pretendeu legitimar a revolta contra a “violência” perante “protestos civilizados”. Mas desde logo surgiu a dúvida sobre a origem dos disparos que mataram dezena de pessoas. Uma conversa telefónica, não desmentida, entre a responsável pela política externa da União Europeia, a Baronesa Ashton, e o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Estónia, revelava informações locais credíveis sobre a origem dos disparos por parte das forças pró- Maidan. Agora a BBC aclarou esse facto, ao entrevistar um dos snipers, que confirmou a ligação aos organizadores do protesto.
A pseudo “superioridade moral” do “europeísmo” expresso nessas manifestações caiu por terra. Afinal tudo não passara de um miserável embuste. Tal com já o fora em Timisoara na Roménia, onde as “forças libertadoras do comunismo” desenterraram cadáveres para simular fuzilamentos, ou em Sarajevo, na Bósnia.
CR
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