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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

CURIOSIDADES - A TRIBO DOS CUS GRANDES - O HOMEM QUE FOI ESCALPELADO - A HISTÓRIA REAL DO PALHAÇO ASSASSINO

A TRIBO DOS CUS GRANDES

Khoisan, também conhecidos por bosquímanos ou hotentotes, é a designação de uma família de grupos étnicos existentes na região sudoeste da África, que partilham algumas características físicas e linguísticas. Aparentemente, estes povos têm uma longa história, estimada em vários milhares de anos, mas atualmente existem apenas pequenas populações, principalmente no deserto Kalahari, na Namíbia.


Algumas mulheres, ainda hoje, exibem uma característica genética peculiar, a esteatopigia: uma excessiva acumulação de gordura nos glúteos. Algumas traseiros de antigas nativas chegavam a medir mais de um metro de diâmetro. A mais famosa delas foi Saartjie Baartman  que foi para a Europa exibir o seu grande "burungundum". Os seus exibidores permitiam aos visitantes tocar as suas nádegas mediante um pagamento extra.

Ao que parece, esta característica física era muito freqüente entre as primeiras populações humanas, face a várias figuras femeninas pintadas em grutas do período neolítico, mas foi ficando cada vez menos usual com o passar dos anos.
Khoisan, a tribo dos Bunda Grande

O HOMEM QUE FOI ESCALPELADO
Robert McGee, o homem escalpelado
Ainda criança Robert McGee foi escalpelado em 1864 pelo chefe sioux Little Turtle (Pequena tartaruga) que lhe arrancou metade do couro cabeludo com uma machadinha. McGee foi uma das poucas pessoas que sobreviveram a esta terrível experiência.

Robert, junto com sua família, emigrou para o oeste dos EUA em busca de uma vida melhor. Subiram num trem rumo a Leavenworth, Kansas. Na longa viagem seu pai morreu. À chegada a Leavenworth, Robert já procurou serviço depois de ser recusado, ao alistar se no exército, por causa da sua pouca idade.

Conseguiu emprego na companhia ferroviária onde era responsável pela inda e vinda de pequenos malotes comerciais. Devido aos perigos na via, o trem era sempre escoltado pelo exército. Em 18 de julho o comboio chegou às imediações do Forte Larned.
Robert McGee, o homem escalpelado
Fotografia da época, do Fort Larned.
E quando todos ali achavam que tudo estava bem e seguro, baixaram a guarda. Grande erro, aproximadamente as 5 da tarde, o acampamento foi atacado por 150 Sioux sob o comando do chefe Little Turtle. O grupo surpreendido não pode fazer nada e todos foram sacrificados.
Robert McGee, o homem escalpelado
Todos, exceto Robert, que foi o único sobrevivente do massacre, arrastado e golpeado. O chefe foi o último a atacar o garoto: acertou lhe uma lança na altura da virilha, depois deu dois tiros na sua barriga. Não contente, atirou duas flechas nas suas costas e no chão arrancou o couro cabeludo do menino, acreditando que ele já estivesse morto.
Robert McGee, o homem escalpelado
O exército do próximo posto escutou a farra Sioux seguida pelos tiros e enviou uma patrulha para comprovar. Ao chegar à cena do massacre, 2 horas depois, surpreenderam-se ao ver a carnificina e mais ainda ao ver que Robert estava vivo. Levaram o garoto ao forte onde o cirurgião tratou suas feridas.

25 anos depois o fotógrafo E.E Henry imortalizou McGee para a posteridade.
Robert McGee, o homem escalpelado

A HISTÓRIA REAL DO PALHAÇO ASSASSINO
John Wayne Gacy: o palhaço assassino

Ainda que a primeira vista John Wayne Gacy se mostrasse uma pessoa cordial e educada, em seu interior se escondia uma alma impiedosa capaz de cometer os crimes mais atrozes e inimagináveis. Os psicólogos apontaram como possível causa de seu transtorno uma artéria cerebral estourada produto de um tombo de cabeça no jardim de sua casa.

A imagem abaixo é da Campanha de Anistia Internacional de Porto Rico: "John Wayne Gacy foi acusado de torturar, sodomizar e assassinar a 33 homens com idade entre nove e vinte anos. Em 1980 um júri resolveu seu caso".
John Wayne Gacy: o palhaço assassino
John Wayne Gacy: o palhaço assassinoSeu "modus operandi" seguia alguns parâmetros muito claros. John costumava dirigir seu carro pelos arredores da cidade em busca de jovens pedindo carona, garotos solitários ou prostitutos homossexuais. Seguidamente oferecia para levá-los para alguma zona de bares próxima. Uma vez dentro do carro atacava-os com clorofórmio ou apontava uma pistola e levava-os para sua casa para sodomizá-los e agredi-los sexualmente.

Quando o corpo da vítima já não mais respondia enterrava no jardim de sua casa que, depois de 23 cadáveres ficou pequeno. A partir daí começou a atirar os corpos das vítimas no rio.


Os crimes
Em 22 de maio o homem que conquistou o cargo de vereador(também postulado por John), Jeffrey Rignall, saiu para tomar uns drinques. Um carro cortou-lhe o caminho e se ofereceu para levar-lhe até a região dos barzinhos...

Rignall aceitou o convite sem suspeitar o que aconteceria em seguida. John Wayne Gacy atacou-lhe com clorofórmio e a seguinte imagem que Rignall viu foi John nu em sua frente exibindo uma impressionante coleção de objetos de tortura sexual. Rignall passou toda a noite aprendendo na própria carne a dolorosa teoria que seu seqüestrador ia explicando-lhe em pormenores.
John Wayne Gacy: o palhaço assassinoÀ manhã seguinte, o jovem torturado e traumatizado apareceu cheio de feridas e com o fígado destroçado pelo clorofórmio diante da estátua de Lincoln Park em Chicago. Teve a sorte de ainda estar vivo. Em apenas seis anos, 33 jovens como ele viveram a mesma experiência.

O surpreendente de tudo isto, é que uma vez cumprido seu ritual enterrava os corpos no mesmo jardim de sua casa onde organizava as festas mais conhecidas do bairro. Numa ocasião chegaram a festejar ali mais de trezentas pessoas.

As pessoas saiam de sua casa comentando duas coisas: como era agradável aquele homem e o mau cheiro que exalava de seu jardim. Sua segunda esposa estava convencida de que embaixo dos encanamentos de sua casa tinha um ninho de ratos mortos. Ele assegurava que o cheiro era de uma rede de esgoto próxima dali...


Captura e condenação

Em dezembro de 1978, a mãe de um jovem de 15 anos, Robert Piest, começou a impacientar-se ao ver que ele não regressava do trabalho. O garoto ganhava um dinheiro como ajudante numa farmácia e tinha uma entrevista de emprego com John Wayne Gacy naquele dia.
John Wayne Gacy: o palhaço assassinoO desaparecimento foi comunicado urgentemente à polícia, que intimou Gacy, que se apresentou às autoridades e negou qualquer relação com o garoto.

Depois de uma árdua luta burocrática, a polícia conseguiu uma ordem de busca e uma vez que entraram em sua casa encontraram o mais completo arsenal de instrumentos de tortura jamais visto. Não precisou muito para que Gacy confessasse e entregasse à polícia um completo mapa onde jaziam 23 dos 33 cadáveres.

Em fevereiro de 1980 começou o julgamento pelos crimes cometidos. Em 1988 foi condenado a 21 prisões perpétuas e a 12 penas de morte.

Durante os anos que esteve na prisão se dedicou à pintura cujos quadros chegaram a ter um valor de mais de 300 mil dólares. Ademais concedeu diversas entrevistas nas qual chamava sua vítimas de "viadões" e escória da humanidade.

Em nove de maio de 1994 depois de ter ingerido camarão, frango, batatas e morangos foi executado com uma injeção letal. Suas últimas palavras foram:

- "Beijem meu cu! Nunca saberão onde estão enterrados os demais".


Curiosidades:

- A cela onde Gacy ficou preso foi usada recentemente para rodar a aclamada série Prison Break.

- Jonathan Davis, vocalista da banda Korn, comprou o traje de palhaço de Gacy.

- O ex-tecladista da banda de Marilyn Manson usou parte do nome de John para sua "nova identidade": Madonna Wayne Gacy.


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