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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

CURIOSIDADES - A HISTÓRIA DO HOMEM QUE VIVEU 250 ANOS - AS PEDRAS QUE CRESCEM - A ANIMAÇÃO MAIS ANTIGA DO MUNDO- OS TRÊS ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE (O GRANDE)

A HISTÓRIA DO HOMEM QUE VIVEU 250 ANOS

Em 6 de Maio de 1933 na página 13 do jornal New York Times, aparecia a nota de falecimento de Li Ching-Yuen um chinês que sobreviveu a 23 esposas, deixou 180 filhos e morreu com a idade de 256 anos. Este obituário é um erro ou uma exagero? Alguns pesquisadores dizem que é verdadeiro.


A incrível história do homem que viveu 250 anosLi-Ching Yuen foi um Mestre Taoísta chinês, herbalista e praticante de Chi Kung e de outras disciplinas de meditação e artes marciais. Foi conselheiro tático militar e instrutor de artes marciais, se aposentou e passou muito tempo nas montanhas do Tibet, onde seguiu coletando ervas medicinais que segundo dizia lhe ajudavam a se manter jovem e saudável.

Em 1927 foi convidado para ir em Wann Hsien na província de Sichuan por seu amigo pessoal o general Yang Sen, que estava muito interessado na força e juventude de Li, apesar de sua avançada idade. Na residência deste governador e caudilho foi feita, à idade de 250 anos, a única fotografia existente de Li.

Mistérios de uma vida:

Como era de esperar, não se sabe muito a respeito das primeiras etapas da vida de Li Ching-Yun. Sabe-se que nasceu na província Chinesa de Sichuan, onde também morreu. Também que aos dez anos já estava alfabetizado e foi para o Tibet, Annam, Siam e Manchúria para colher de ervas medicinais. Após isto, sua vida é um tanto quanto desconhecida.

Ao que parece, durante mais de cem anos, Li continuou vendendo suas próprias ervas, recolhidas pelo mesmo. Também se sabe que tinha as unhas de sua mão direita muito longas, com mais de 15 centímetros.

Em 1930 o professor Wu Chung-Chieh, decano do departamento de educação na Universidade de Chengdu, encontrou nos registros Imperiais do Governo da China duas felicitações do imperador a Li Ching-yun em 1827 por seu aniversário de 150 anos e uma posterior aos 200 anos. Muitos consideram isto como provas irrefutáveis da idade do homem que mais tempo viveu.

O segredo da longevidade:
Num artigo publicado pela revista Time em 15 de maio de 1933 entitulado "Tortoise-Pigeon-Dog" (Tartaruga, pomba e cão), informava-se sobre a incrível vida do mestre Li Ching Yuen e citava-se a resposta que Li dava sobre o segredo de sua longa vida:

"Mantenha um coração tranqüilo, senta como uma tartaruga, caminha rápido como uma pomba e dorme como um cão."

Sua dieta baseava-se principalmente no arroz e no vinho deste cereal. Também consumia gingseng e uma planta pouco conhecida, a centelha asiática (Hydrocotyl asiatica). Muitos cientistas da época debocharam disto e não dedicaram nenhuma atenção ao tema, mas uns poucos visionários foram um pouco além. Jules Lepine, bioquímico francês, encontrou um poderoso alcalóide de efeitos rejuvenescedores nas sementes da dita planta.

Os herbólogos sabem de um fator de longevidade que possui a centelha asiática para o cérebro e as glândulas endócrinas e também extratos da planta são usados para tratar problemas de circulação e de pele. Na China é consumida em salada. O suco das folhas serve para a hipertensão arterial; também como tônico. Um emplasto de folhas podem ser usadas para tratar feridas e e úlceras.

Ceticismo a respeito de sua idade real:

A primeira reação de muitas pessoas, ao conhecer a história de Li, é duvidar que um ser humano possa realmente ter atingido tal idade. É pouco provável esta alegação venha algum dia a ser comprovada por documentos aceitáveis sem qualquer possibilidade de contestações no ocidente.

Se o os antigos registros oficiais chineses fosse considerada indiscutível, Li Ching Yun seria reconhecido como a pessoa mais longeva com idade atestada por documentos, tendo vivido mais de 130 anos além do atual recorde documentado, que pertence à francesa Jeanne Louise Calment, que faleceu em 1997 com 122 anos e 164 dias.


 


AS PEDRAS QUE CRESCEM


Na Roménia há um grande número de pedras que literalmente crescem por si mesmas. As pedras são reais e conhecidas como Trovants. As estranhas pedras tem uma reação peculiar parecida com a dos Gremlins da Warner Bros. Logo após uma chuva iniciam um processo de multiplicação.


Pedras que crescem
Pedras que crescem
Pedras que crescem


A ANIMAÇÃO MAIS ANTIGA DO MUNDO
Uma equipe  de arqueólogos italianos descobriu nos anos 70 uma cerâmica com de 5200 anos de idade. A tigela dispõe de uma série de cinco imagens que só recentemente foram identificaram como seqüencial. Girando o pequeno vasilhame pode ser vista uma cabra saltando, tentando comer as folhas de uma árvore.


A animação mais antiga do mundo
A notável peça de cerâmica foi desenterrada por arqueólogos, que não notaram a relação especial entre as imagens que enfeitavam a singular peça. Essa descoberta foi somente feita anos mais tarde pelo arqueólogo iraniano Mansur Sadjadi, contratado para dirigir a escavação da cidade de The Burnt City (Cidade queimada).
A animação mais antiga do mundo
Nesta área de escavação iraniana situado a 57 quilômetros da cidade de Zabol, no sudeste da província de Sistan-Beluchistan, foram também encontradas o dado mais antigo de Bakgammon, e o olho artificial mas antigo.
A animação mais antiga do mundo

OS TRÊS ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE (O GRANDE)


Os 3 últimos desejos de Alexandre O Grande
Quando, à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:


  1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
  2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
  3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
  1. Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
  2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
  3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos.


 http://www.mdig.com.br/


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