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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Caos: Macas amontoadas, pessoas a gritar e médicos agredidos - O caos nas urgências continua a dominar a atualidade. Depois das medidas anunciadas pelo ministro da Saúde, uma equipa de reportagem da TVI visitou alguns hospitais para saber se a situação tinha mudado.

Caos: Macas amontoadas, pessoas a gritar e médicos agredidos

O caos nas urgências continua a dominar a atualidade. Depois das medidas anunciadas pelo ministro da Saúde, uma equipa de reportagem da TVI visitou alguns hospitais para saber se a situação tinha mudado. A conclusão é preocupante.
A TVI quis saber se os hospitais, depois das medidas anunciadas pelo Ministério da Saúde, estão a ser capazes de atender todos os pacientes normalmente. Mas parece que não.
A jornalista da TVI filmou, com uma câmara oculta, o interior do Hospital de Chaves, do Hospital Garcia de Orta, do Hospital Amadora-Sintra, do Hospital de Santa Maria e ainda do Hospital de Setúbal. A situação é de caos.
Há doentes deitados em macas durante horas que acabam por ficar amontoados em corredores devido à falta de camas. Não há cortinas a separar uma maca de outra e no Hospital de Chaves os bombeiros tiveram de esperar duas horas até verem a sua maca libertada, pois o hospital não tinha nenhuma livre para acomodar o paciente. No Hospital de Setúbal passa-se o mesmo.
No Garcia de Orta, a jornalista assistiu ao momento em que um paciente caiu de uma maca. No Amadora-Sintra a filha de uma paciente contou que “o espaço entre as macas é mínimo”, há “pessoas a gritar”, pessoas a “quererem deitar-se por debaixo das macas com fraldas à vista” de quem quer passe.
No Hospital de Santa Maria a situação não é mais tranquilizadora. A chefe da Equipa de Banco contou que já foi agredida por familiares de pacientes e que os médicos mais novos, sem experiência, podem até assustar-se com o caos vivido.
“Quando os familiares invadem um gabinete onde muitas vezes estão médicos novos sem a experiência que eu tenho, já me bateram (…). Estamos a falar muitas vezes de médicos muito novos. A probabilidade de entrarem em pânico e errarem e de se sentirem mal e da próxima vez não quererem aparecer é muito grande”, contou à TVI Nídia Zózimo.

***«»***
Trata-se de um cenário macabro e dantesco de um país do Terceiro Mundo!... 
Ou os portugueses reagem com violência, ou o país afunda-se para sempre.
Os canibais têm de ser apeados!




alpendredalua.blogspot.pt



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