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quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

GOLPADA DE "GLASNOST" FASCIZANTE

Guilherme Antunes
GOLPADA DE "GLASNOST" FASCIZANTE
Gorby "hot-dog" apoiou a facção fascizante da traição soviética em 1991, sob a liderança de Iakovlev e de Chevarnadze para «obter a concórdia e a unidade».
Fugindo como um miserável cobarde para a Crimeia, para onde se deslocou a banhos, Gorby "hot-dog" foi substituído, dentro da lei soviética, por um comité de emergência de que sobressaíram Ianaev (vice-presidente da URSS); Pavlov 1º ministro; Pugo, ministro do Interior; Iazov ministro da Defesa e o homem-forte do KGB, Kriutchkov. Praticamente obtiveram todo o apoio do gabinete ministeral.
Perante a manutenção legal do poder soviético, a que só o traidor-mor faltava, este comité não foi capaz de implementar medidas decisivas de defesa do Estado socialista. Ficou parado e crente, com um fio castanho a escorrer-lhes pelos fatos de bom corte abaixo.
A 5ª coluna do fascismo anti-soviético, a imprensa “livre”, que Gorby "hot-dog" já havia preparado com toda a abertura “democrática”, no dia seguinte relinchavam, apopléticos, contra os «fascistas assassinos» e os ditatoriais generais inimigos do povo.
A ralé contestatária, a bicharada purulenta que contaminou todos os Partidos comunistas (que se sente até aos dias de hoje), não representavam nenhum perigo militar para o Socialismo. Os traidores não imaginavam, sequer, que fosse possível a ausência de resistência de um Partido que, só na capital, possuía 2 milhões de membros. Nem negociações foram impostas.
Cães enraivecidos de perfídia fascista, Gorby "hot-dog", o bandalho humano Ieltsin e outras hienas descarnadas, mentiram com total indignidade sobre uma suposta prisão na Crimeia. 2/3 do CC do PCUS estavam em Moscovo petrificados.
Os traidores perestrokianos bem guincharam “às armas”, mas a população da capital aliou-se dos acontecimentos, não se manifestou em apoio ao assalto demente anti-soviético. Apenas a Bolsa fechou. A passividade da população correu de feição à quadrilha da traição. Já não confiavam no poder instituído, mas consideravam a operação “moderna” como um regresso a um século atrás.
Mesmo assim, 10 Estados votavam a manutenção de um Pacto da União sob a liderança da Rússia e que incluía a, Arménia, Azerbaijão, Bielorrúsia, Cazaquistão, Kirguistão, Tadjiquistão, Turquemenestão, Ucrânia e Uzbequistão
Porém, Ieltsin, Kravtchuk e Chuchkevitch (Rússia, Ucrânia e Bielorrúsia), assinaram secretamente um acordo de que decretava o fim da URSS «como sujeito do direito internacional e realidade geopolítica cessava de existir».
Espantosamente, a mais importante mudança social existente na história do Homem na Terra, terminava por inércia daqueles a quem se destinava. Apáticos, acobardados, em rebanho de ausência de vontades, o PCUS e o outrora heróico povo soviético viraram-se para o outro lado da História e adormeceram.

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