
Antes de prosseguir fica aqui a dica para que não deixe de assitir o último vídeo. Mas então... vejamos o seguinte vídeo onde o relojoeiro Tony Williams mostra como desmontar e remontar um dos relógios mais reconhecíveis de todos os tempos, e que continua a ser um dos maiores sonhos de consumo também, um Rolex Submariner 3135. Ali vemos provas muito claras de por que não estamos ante um produto "normal".
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A complexidade que acompanha à fabricação de cada unidade, com todo tipo de detalhes únicos, é um sinal distintivo. Na sequência vemos como Tony separa cuidadosamente o relógio com grande habilidade. Em seu interior: uma pequena obra de arte que compreende centenas ou inclusive milhares de peças individuais.
Mais dados. É provável que seja difícil encontrar outro produto com o mesmo nível de qualidade em cada peça. A companhia tende a produzir relógios mecânicos que, por sua própria natureza, consomem muito tempo.
De fato, os relógios mecânicos, não só Rolex, geralmente têm um preço mais alto devido à natureza do produto. No caso do Rolex tem alguns custos de desenvolvimento internos extremamente altos em design e artesanato. Não só custa muito desenvolver o desenho dos movimentos e montá-los, os materiais utilizados na construção também não são baratos.
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De fato, os relógios mecânicos, não só Rolex, geralmente têm um preço mais alto devido à natureza do produto. No caso do Rolex tem alguns custos de desenvolvimento internos extremamente altos em design e artesanato. Não só custa muito desenvolver o desenho dos movimentos e montá-los, os materiais utilizados na construção também não são baratos.
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Inclusive empregam algumas peças tão sofisticadas e sensíveis como os microscópios eletrônicos e os espectrômetros de gás. Ademais, como as peças podem ser muito pequenas, é importante que os materiais utilizados estejam à altura. De fato, contam com salas de provas de estresse de cada uma das partes individuais.

Outro dado importante. Os movimentos mecânicos do relógio também não são baratos. Devido ao pequeno tamanho da maioria das peças, existe uma alta taxa de falhas durante a montagem e a fabricação. A maioria inclusive são polidos e terminados a mão. Ademais, há que ter em conta que são feitos na Suíça, com seus custos altíssimos de mão de obra.
A companhia também não economiza em seus materiais e tende a usar aço 904L, que está muito à frente da maioria dos equivalentes no mercado de luxo -que costumam usar aço 316L-. Por que? Supostamente isto os torna mais duráveis, duros, brilhantes... e também mais caros. Os ponteiros costumam ser de ouro branco e os biséis (anéis em volta do mostrador) tendem a ser de cerâmica. Os números são feitos platina jateada.
Para terminar, uma curiosidade. Os relógios Rolex nem sempre foram caros, ou ao menos, não tão caros. Seu preço começou a subir a partir dos anos 60 e em pouco tempo se transformaram em um dos relógios mais desejados do planeta.
No final de 2016, um veterano de guerra levou seu velho Rolex a um programa chamado Antiques Roadshow, onde peritos avaliam antiguidades. O homem comprou o relógio por 120 dólares, em 1960, quando serviu na Alemanha. Desde então ele guardou o folheto, o certificado, o selo de autenticidade, o recibo de compra e até a pulseira original quebrada. Ele acreditava que seu relógio valia no máximo uns mil dólares. Sabe por quanto foi avaliado? Você vai ter que ver o vídeo para saber e se enternecer com a contida reação de espanto do senhorzinho. O vídeo tem legendas em Inglês, então basta usar o tradutor do próprio player.
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A companhia também não economiza em seus materiais e tende a usar aço 904L, que está muito à frente da maioria dos equivalentes no mercado de luxo -que costumam usar aço 316L-. Por que? Supostamente isto os torna mais duráveis, duros, brilhantes... e também mais caros. Os ponteiros costumam ser de ouro branco e os biséis (anéis em volta do mostrador) tendem a ser de cerâmica. Os números são feitos platina jateada.
Para terminar, uma curiosidade. Os relógios Rolex nem sempre foram caros, ou ao menos, não tão caros. Seu preço começou a subir a partir dos anos 60 e em pouco tempo se transformaram em um dos relógios mais desejados do planeta.
No final de 2016, um veterano de guerra levou seu velho Rolex a um programa chamado Antiques Roadshow
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