VÍDEO
São os maiores protestos das últimas décadas nos Estados Unidos, provavelmente os maiores de sempre, maiores que as marchas pelos direitos cívicos e contra a guerra do Vietname nos anos 60.
Só em Washington, a Marcha das Mulheres juntou pelo menos 500 mil pessoas. O número chegou aos vários milhões, somando todas as cidades americanas em que decorreu.
Today, DC's metro saw eight times its usual Saturday ridership (and far more than yesterday's). bit.ly/2jL3Ajh #WomensMarchpic.twitter.com/mDIsk8dXyc
Determining which historic protests in DC drew the biggest crowds is contentious. Here's how #WomensMarch compares. bit.ly/2jKCRDh pic.twitter.com/Bq4COEoTIu
Apesar do nome, o protesto acabou por juntar todo o tipo de pessoas, homens e mulheres, contra o recém-empossado presidente americano Donald Trump.
Madonna chocou ao pronunciar a “palavra F” várias vezes e dizer que pensou em “rebentar com a Casa Branca”…
At #WomensMarch, Madonna says she has "thought an awful lot about blowing up the White House" cbsn.ws/2kesE35
O realizador Michael Moore juntou-se: “Esta manhã comprei o ‘Washingron Post’ e o título era ‘Trump toma o poder’. Eu não acho que seja assim. O poder está aqui. A maioria da América está aqui. Nós somos a maioria. Se Trump diz querer acabar com o que diz ser o massacre da América, nós queremos acabar com o massacre de Trump”, disse Moore, antes de rasgar um exemplar do jornal.
O ex-secretário de Estado John Kerry juntou-se à marcha em Washington:
Além do protesto de Washington, que juntou mais pessoas que a tomada de posse de Trump, na sexta-feira, as manifestações juntaram centenas de milhares de pessoas em cidades como Nova Iorque, Boston, Chicago e Los Angeles. Realizaram-se também marchas um pouco por todo o mundo.
The Boston #womensmarch drew more than 100,000 people, and was the second largest of all the marches nationally bos.gl/N8atWQk
pt.euronews.com



















Sem comentários:
Enviar um comentário