AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

DIZ-ME COM QUEM ANDAS DIR-TE -EI QUEM ÉS ! EIS O QUE DIZ SALGADO DE MÁRIO SOARES - Salgado agradece a Soares: “Chocou-se com a destruição do BES por um PREC de direita”


Ricardo Salgado fala de “um grande Português” e de “um grande amigo”. O ex-presidente do BES agradece a Mário Soares “a amizade que dedicou à minha família mais direta após a desgraça que ocorreu em agosto de 2014”


"Teve a lucidez de chamar os empresários espoliados em 1975, entre eles o Grupo Espírito Santo" e "chocou-se com nova destruição do GES, agora por um PREC de direita, de políticos despreparados e sem a visão de Estado que sempre o caracterizou". Palavras de Ricardo Salgado, num artigo publicado esta segunda-feira no "Jornal de Negócios", com o título "Um grande Português".
O ex-presidente do BES agradece a Mário Soares o ter sido "sempre um homem solidário nos momentos mais difíceis dos seus amigos" e diz ter sido "verdadeiramente seu amigo". "Sinto-me reconhecido e agradecido pela amizade dedicada por si e por Maria de Jesus Barroso à minha família mais direta, e a mim, especialmente no período subsquente à desgraça que ocorreu a 3 de agosto de 2014", escreve o ex-banqueiro.
Salgado refere o "homem de enorme coragem", quer no combate "ao antigo regime", quer "no período da democratização e do PREC", quer quando "soube convencer os EUA de que valia a pena apoiar Portugal", quer na adesão à CEE, quer quando "teve a lucidez de chamar os empresários espoliados, entre eles o GES, o que contribuiu para um período de entrada de capitais sem precedentes que conjugava os fundos europeus aliados aos capitais destinados às reprivatizações. Isso permitiu reconstruir a economia do país", afirma.
Sobre o processo de descolonização, o que mais suscita críticas na vida política de Mário Soares, Ricardo Salgado diz que "o processo foi forçado pelas grandes potências e não devemos esquecer a teoria do dominó de Eisenhower para compreender o que aconteceu".


expresso.sapo.pt

Sem comentários: