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quarta-feira, 10 de abril de 2013



Vítor Gaspar – O ruir do mito


Eles sabem que é extremamente difícil vir a conseguir-se desfazer os crimes que estão a cometer contra os trabalhadores portugueses.
Eles sabem que sem uma Revolução e as convulsões que ela acarretaria neste lugar do mundo, ou com despesas absolutamente incomportáveis para o Estado, não será possível reverter as privatizações que eles têm como uma das principais missões.
Eles sabem que uma vez perdidas quer a TAP, quer a RTP, quer a água pública, uma boa parte da saúde, ensino etc... tal como já aconteceu com sectores absolutamente estratégicos da nossa economia, será praticamente impossível o povo português tomar de volta aquilo que lhe foi roubado.
Eles sabem que para cumprir até ao fim a tarefa de que foram incumbidos, terão que suportar toda a contestação, todas as humilhações, insultos, moções de censura... tudo o que vier. Nada os fará sair a bem!
Esta nova canalhice, anunciada por Gaspar, bem classificada pelo PCP como uma chantagem a merecer toda a repulsa, é apenas mais um passo na estratégia da quadrilha de celerados colocada no governo com a tarefa de desmembrar Portugal, como se faz a uma empresa que se quer vender às parcelas.
Já é tarde para continuar a considerar Gaspar como um técnico competente que, simplesmente, tem uma ideologia com que não concordamos... ou sequer alguém que, embora defendendo outro caminho, é movido por boas intenções. Nada disso!
Gaspar é um simples lacaio! Um inútil enquanto ministro e um incompetente miserável enquanto técnico. Um incompetente que não consegue acertar uma única previsão nem cumprir uma única das metas com que se tem comprometido. Nem sendo dirigido pelos donos como um boneco teleguiado (até fala como tal!).
Já não é mais possível separar o homem do político ou do técnico. É abjecto. É repulsivo. É nojento. É nocivo. É daninho. É asqueroso.

Tudo considerado e à mistura... é um canalha!

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