Quando o amigo Rusmea me enviou esta dica de vídeo, discutíamos o motivo destas infestações, dado a que muitas das cracas mostradas não parasitam tartarugas e também pela quantidade desmedida de parasitas. Há várias possíveis explicações, como desequilíbrio ambiental, a tartaruga permaneceu muito tempo em áreas fartas de cracas e parasitas ou a própria tartaruga pode estar doente. Mas a pergunta que fica é: devemos arrancar estes ectoparasitas?
|
A resposta não é simples. Ainda que as cracas aumentam o arrasto e diminuem a forma hidrodinâmica geral da tartaruga, a retirada pode machucar ainda mais o animal. Por isso é recomendado o máximo cuidado ao fazê-lo.
Com efeito, há órgãos de defesa animal que asseveram que isto não deve ser feito de forma alguma, mas, se de alguma forma as cracas estejam dificultando a movimentação do animal ou deixando o prostrado, o melhor é levar a tartaruga a um especialista que saberá proceder a retirada.
Os voluntários, mostrados neste vídeo da ONG Little Paws, parecem saber o que estão fazendo e, ao que tudo indica, as pessoas gostam de ver isso, pois o clipe já foi visto mais de 43 milhões de vezes no Youtube.
Com efeito, há órgãos de defesa animal que asseveram que isto não deve ser feito de forma alguma, mas, se de alguma forma as cracas estejam dificultando a movimentação do animal ou deixando o prostrado, o melhor é levar a tartaruga a um especialista que saberá proceder a retirada.
Os voluntários, mostrados neste vídeo da ONG Little Paws, parecem saber o que estão fazendo e, ao que tudo indica, as pessoas gostam de ver isso, pois o clipe já foi visto mais de 43 milhões de vezes no Youtube.
VÍDEO
Seja como for é bom saber que por mais que você queira remover as cracas de tartarugas, isso pode ser doloroso. As cracas têm um poder super aderente, seu adesivo de fosfoproteína é apelidado de "supercola mais forte da natureza".
De fato, os artrópodes de água salgada, intimamente relacionados a caranguejos e camarões, são tão pegajosos que a Marinha dos EUA está desenvolvendo estratégias sérias para lidar com eles. Há inclusive algumas tintas que evitam as cracas, mas o problema é que são baseadas em metais pesados.
Estima-se que o peso extra do crescimento de cracas em um navio possa aumentar o arrasto em até 60%, o que pode resultar em até 40% a mais de consumo de combustível para neutralizar o efeito.
A melhor maneira de tratar as tartarugas com esse tipo de crescimento é colocá-las em água doce, o que faz com que os crustáceos comecem a cair em dois ou três dias.
De fato, os artrópodes de água salgada, intimamente relacionados a caranguejos e camarões, são tão pegajosos que a Marinha dos EUA está desenvolvendo estratégias sérias para lidar com eles. Há inclusive algumas tintas que evitam as cracas, mas o problema é que são baseadas em metais pesados.
Estima-se que o peso extra do crescimento de cracas em um navio possa aumentar o arrasto em até 60%, o que pode resultar em até 40% a mais de consumo de combustível para neutralizar o efeito.
A melhor maneira de tratar as tartarugas com esse tipo de crescimento é colocá-las em água doce, o que faz com que os crustáceos comecem a cair em dois ou três dias.
www.mdig.com.br

Sem comentários:
Enviar um comentário