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A Hungria tem sido palco de grandes manifestações contra as alterações à lei do trabalho e a política do primeiro-ministro nacional-conservador, Viktor Orban. Desde a semana passada que os protestos sucedem-se e, ontem, transformaram-se numa manifestação em prol da liberdade de imprensa.
Mais de duas mil pessoas concentraram-se, durante várias horas em frente da televisão pública da Hungria para exigir que o canal desse voz às reivindicações dos partidos da oposição e dos trabalhadores, que se opõem às modificações da lei laboral.
Em causa a já apelidada "Lei dos Escravos" que prevê que os húngaros possam trabalhar até mais de 400 horas extraordinárias por ano, com a possibilidade de os patrões adiarem o pagamento durante três anos.
As alterações à lei não são apenas criticadas pela oposição, mas também por 63% dos apoiantes do primeiro-ministro de extrema-direita Victor Orban.
Mais de duas mil pessoas concentraram-se, durante várias horas em frente da televisão pública da Hungria para exigir que o canal desse voz às reivindicações dos partidos da oposição e dos trabalhadores, que se opõem às modificações da lei laboral.
Em causa a já apelidada "Lei dos Escravos" que prevê que os húngaros possam trabalhar até mais de 400 horas extraordinárias por ano, com a possibilidade de os patrões adiarem o pagamento durante três anos.
As alterações à lei não são apenas criticadas pela oposição, mas também por 63% dos apoiantes do primeiro-ministro de extrema-direita Victor Orban.

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