AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Deputados aprovam ligeiras medidas para reduzir preço dos combustíveis


O Parlamento aprovou a redução do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos. No entanto, as responsabilidades do PSD e do CDS-PP nos problemas mais amplos do sector não passaram sem registo.
https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/jumbo1200x630/public/assets/img/5346.jpg?itok=b6iI106W
As iniciativas para que o Governo cumpra o compromisso relativamente ao Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) foram aprovadas, fazendo acompanhar a subida dos preços dos combustíveis da descida do imposto.
Esta tinha sido uma condição para a subida do ISP pelo Governo, aprovada no Orçamento do Estado para 2016. As iniciativas do PSD, do BE, do CDS-PP e do PCP foram aprovadas com o voto contra do PS.
A proposta do PCP de redução do nível de incorporação de biocombustíveis no gasóleo, que poderia significar a redução até dois cêntimos por litro, foi chumbada com os votos contra da bancada do PS e a abstenção do PSD e do CDS-PP. Esta medida, apesar de ter por trás supostas preocupações ambientais, implica que Portugal acaba por ter que importar óleo alimentar para cumprir a taxa de 7,5%, enquanto em Espanha, por exemplo, é de 5,5%.
Apesar de as suas propostas terem sido aprovadas, o PSD e o CDS-PP foram duramente visados durante o debate pela sua participação nos processos de liberalização do preço dos combustíveis e de privatização da petrolífera nacional, a Galp.


www.abrilabril.pt

Sem comentários: