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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

ROGEIROS



"ROGEIROS"

O agente da Cia, Nuno Rogeiro, é um aldrabão vulgar, é um daqueles universitários pagos à peça pela agência terrorista norte-americana, que tendo acesso às televisões, ora “aterrorizam” ora “paradisiam” desde que sirva os interesses do patrão imperialista.

Numa altura em que Rússia é a grande vitoriosa no conflito sírio, deve acrescentar-se, ainda, que o Médio Oriente é uma vitória absoluta da diplomacia russa. Trouxe para o seu lado a Turquia, que é a grande e indiscutível potência da área, tem acordos de grande envergadura com o Irão, a Síria está segura de pedra e cal, os fascistas islâmicos são dizimados onde se encontrem. Até o Qatar, ganancioso e cobarde e alma gémea da Arábia Saudita, “às escondidas”, já pediu uma revisão da beligerância com a Síria.

Perante este cenário que nos conta toda a imprensa alternativa mundial, sobre a grande potência militar que é (de novo) a Rússia e a grande potência económica que é a China (se por absurdo a grande nação asiática cobrasse de uma vez a dívida que o manicómio estadunidense tem para com ela, este fecharia a porta no dia seguinte), aparecem desvalorizados como este Rogeiro, que tece loas ao imaculado poder(?) total e único do grande irmão. Fantasiando um poderio que já vai perdendo pelo ganho de consciência que os povos vão tendo de ver um titanic em queda semelhante ao outro.

Neste momento, pela primeira vez desde o final da 2ª guerra mundial, os EUA estão fora do Médio Oriente, não conta para nada a sua opinião e a sua influência. Os seus únicos “boys” do estado islâmico perdem as vidas em catadupa, aglomeram-se numa zona territorial síria sob as ordens de Bashar al Assad.

A política fascista e imperialista dos EUA perde terreno. De novo com o povo russo na frente, o belicismo desumano, o negócio armamentista e ignóbil da poderosa (ainda) indústria de guerra vai sofrendo rombos irreversíveis. Queiram os Rogeiros ou não

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