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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

INTERVENÇÕES À AMÉRICO TOMÁZ - Passos desafia Costa: “Que gente crescida possa olhar para o futuro, sem ser para contar espingardas” 2/12/2014, 13:38 O primeiro-ministro considerou hoje que não é o momento de "contar espingardas", esperando que a nova liderança do PS dê "estabilidade" e "força" ao partido para assumir compromissos para futuro.

Passos desafia Costa: “Que gente crescida possa olhar para o futuro, sem ser para contar espingardas”

O primeiro-ministro considerou hoje que não é o momento de "contar espingardas", esperando que a nova liderança do PS dê "estabilidade" e "força" ao partido para assumir compromissos para futuro.
JOSÉ COELHO/LUSA
Autor
  • lusaAgência Lusa

    O primeiro-ministro considerou hoje que não é o momento de “contar espingardas” mas de encontrar respostas para os problemas dos portugueses, esperando que a nova liderança do PS dê “estabilidade” e “força” ao partido para assumir compromissos para futuro.
    “Espero que o facto de agora o PS ter o seu candidato a primeiro-ministro identificado e também o novo secretário-geral do PS eleito nas eleições primárias e confirmado no seu congresso, que isso dê alguma estabilidade ao PS e que dê também alguma força porque é difícil fazer compromissos quando as próprias soluções políticas são frágeis”, disse Pedro Passos Coelho aos jornalistas à margem da inauguração do Hospital Senhor do Bonfim, em Vila do Conde.
    O primeiro-ministro, que se escusou a comentar o discurso do secretário-geral do PS, António Costa, no congresso socialista do fim de semana passado, quis “apenas reafirmar a importância que para o país tem que gente adulta, gente crescida, gente preparada, gente que tem responsabilidades políticas possa olhar para o futuro sem ser com a perspetiva de contar espingardas, que seja com a perspetiva de chegar a respostas que os portugueses entendem como sendo respostas para os seus problemas”.
    “Quando as soluções políticas parecem ter outra solidez, as pessoas sentem-se mais à vontade para comprometer a sua palavra, para poder chegar a um entendimento sem que isso pareça uma derrota para ninguém. Essas condições estão reunidas e só não haverá um espírito de compromisso se ele não for desejado”, enfatizou.

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