Aprígio finta BPN e trava execução Parvalorem tenta recuperar crédito de 43 milhões de euros, mas empresário pediu um Processo Especial de Revitalização que suspende penhoras.
Pires Aprígio Santos foi presidente da Naval 1º de Maio, cluve de futebol da Figueira da Foz
Aprígio finta BPN e trava execução Parvalorem tenta recuperar crédito de 43 milhões de euros, mas empresário pediu um Processo Especial de Revitalização que suspende penhoras.
Por António Sérgio Azenha, Sónia Trigueirão Aprígio Santos, empresário e ex-presidente do clube de futebol Naval 1º de Maio, conseguiu através da empresa Grado - Sociedade Imobiliária obter do BPN um crédito de 39,1 milhões de euros, dando como garantia o único ativo da sociedade: um terreno no Algarve. O Estado tenta agora recuperar a dívida do empresário ao antigo banco de Oliveira e Costa, mas Aprígio Santos avançou com um Processo Especial de Revitalização (PER), fintando a Parvalorem. A dívida, com juros, já ultrapassou os 43,1 milhões de euros. Com a venda do BPN, o crédito passou para a Parvalorem, entidade estatal que assumiu os ativos tóxicos do banco e que agora tenta recuperar o valor. O terreno, que cerca uma área de 345 100 metros quadrados, é localizado a cerca de 300 metros da aldeia de Cacela Velha. Tem vista a sul para a Ria Formosa e já esteve para ir a hasta pública em julho deste ano com uma licitação base de 302 mil euros. Mas, como a Grado entrou com um pedido de PER, o processo parou. O Tribunal do Comércio de Lisboa decide hoje se aceita ou não o pedido de revitalização, que foi submetido com os votos a favor da própria Parvalorem e de mais cinco sociedades credoras que pertencem a Aprígio dos Santos. Na prática, o empresário é também credor da sua própria empresa. Apenas votou contra Maria Antónia Nunes, que é proprietária de 3/15 avos do referido terreno e que reclama, segundo uma sentença do Supremo Tribunal de Justiça de 2012 já transitada em julgado e que lhe deu razão, o pagamento de 728 mil euros devidos pela Grado. O montante é referente à assinatura de um contrato de promessa de compra e venda para a compra do referido terreno, em 2008. Em causa está o facto de o PER suspender todas as hipotecas e a penhora de Maria Antónia Nunes e dar à empresa um prazo de cinco anos para recuperar financeiramente.
http://www.cmjornal.xl.pt
Pires Aprígio Santos foi presidente da Naval 1º de Maio, cluve de futebol da Figueira da Foz
Aprígio finta BPN e trava execução Parvalorem tenta recuperar crédito de 43 milhões de euros, mas empresário pediu um Processo Especial de Revitalização que suspende penhoras.
Por António Sérgio Azenha, Sónia Trigueirão Aprígio Santos, empresário e ex-presidente do clube de futebol Naval 1º de Maio, conseguiu através da empresa Grado - Sociedade Imobiliária obter do BPN um crédito de 39,1 milhões de euros, dando como garantia o único ativo da sociedade: um terreno no Algarve. O Estado tenta agora recuperar a dívida do empresário ao antigo banco de Oliveira e Costa, mas Aprígio Santos avançou com um Processo Especial de Revitalização (PER), fintando a Parvalorem. A dívida, com juros, já ultrapassou os 43,1 milhões de euros. Com a venda do BPN, o crédito passou para a Parvalorem, entidade estatal que assumiu os ativos tóxicos do banco e que agora tenta recuperar o valor. O terreno, que cerca uma área de 345 100 metros quadrados, é localizado a cerca de 300 metros da aldeia de Cacela Velha. Tem vista a sul para a Ria Formosa e já esteve para ir a hasta pública em julho deste ano com uma licitação base de 302 mil euros. Mas, como a Grado entrou com um pedido de PER, o processo parou. O Tribunal do Comércio de Lisboa decide hoje se aceita ou não o pedido de revitalização, que foi submetido com os votos a favor da própria Parvalorem e de mais cinco sociedades credoras que pertencem a Aprígio dos Santos. Na prática, o empresário é também credor da sua própria empresa. Apenas votou contra Maria Antónia Nunes, que é proprietária de 3/15 avos do referido terreno e que reclama, segundo uma sentença do Supremo Tribunal de Justiça de 2012 já transitada em julgado e que lhe deu razão, o pagamento de 728 mil euros devidos pela Grado. O montante é referente à assinatura de um contrato de promessa de compra e venda para a compra do referido terreno, em 2008. Em causa está o facto de o PER suspender todas as hipotecas e a penhora de Maria Antónia Nunes e dar à empresa um prazo de cinco anos para recuperar financeiramente.
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