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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Caso BES "Falhámos porque houve um acidente", assume o governador do BdP


Caso BES



"Falhámos porque houve um acidente", assume o governador do BdP


Os auditores externos não devem assinar de cruz - ou seja, "apenas com base em informação que lhes é transmitida", adverte ainda o governador do banco central.


'Falhámos porque houve um acidente', assume o governador do BdP
Questionado sobre se supervisão tem de ser repensada, 
Carlos Costa afirma que os mecanismos de controlo devem 
ser reforçados e que deve haver um diálogo permanente. 
E afirma, questionando: "Falhámos? Sim, falhámos porque 
houve um acidente. Foi culpa nossa? Não".  
"É preciso acabar com a ideia de que os serviços de auditoria 
funcionam apenas com informação que lhes é transmitida."
 É assim que Carlos Costa, ouvido esta tarde na comissão 
parlamentar de inquérito ao caso BES, sublinha que os 
órgãos de fiscalização internos e externos do Banco de 
Portugal têm de mudar. 
Todos devem trabalhar mais interventivamente. Como se diz 
ultimamente, de forma mais crítica. Os auditores externos 
não devem assinar de cruz - ou seja, "apenas com base em 
informação que lhes é transmitida", adverte o governador do 
banco central.
Conclusão: é preciso mudar. Mas a mudança não foi a tempo 
de evitar o colapso do BES, disse Carlos Costa.


http://expresso.sapo.pt/

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