AVISO

OS COMENTÁRIOS, E AS PUBLICAÇÕES DE OUTROS
NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO ADMINISTRADOR DO "Pó do tempo"

Este blogue está aberto à participação de todos.


Não haverá censura aos textos mas carecerá
obviamente, da minha aprovação que depende
da actualidade do artigo, do tema abordado, da minha disponibilidade, e desde que não
contrarie a matriz do blogue.

Os comentários são inseridos automaticamente
com a excepção dos que o sistema considere como
SPAM, sem moderação e sem censura.

Serão excluídos os comentários que façam
a apologia do racismo, xenofobia, homofobia
ou do fascismo/nazismo.

terça-feira, 10 de julho de 2012


Parlamento: Relvas refugia-se em deliberação de técnicos


O ministro ouvido na Comissão de Ética insistiu nas conclusões dos técnicos da ERC: "Fui ilibado em toda a linha", disse várias vezes em resposta aos deputados
"Considero que o processo está encerrado", afirmou esta manhã Miguel Relvas na audição pedida pelo PS sobre o caso das ameaças ao jornal Público, refugiando-se na deliberação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), que disse ter sido feita por técnicos."Quero lembrar a alguns que agora põem em causa a ERC, que antes a louvavam, que quem elaborou o relatório foram os técnicos. Esta deliberação não foi elaborada pelo poder político", respondeu ao deputado socialista Manuel Seabra. Depois diria uma frase que repetiria praticamente em resposta a todos os deputados que o questionaram: "Fui ilibado em toda a linha."O socialista Filipe Neto Brandão defendeu que a "linha" do ministro "devia ser curta" porque a deliberação da ERC sublinhava que o comportamento de Relvas "poderá ser objeto de um juízo negativo no plano ético e institucional". Os deputados do PCP e do Bloco, António Filipe e Catarina Martins, respetivamente, sublinharam este parágrafo para defender que cabia esse papel ao Parlamento."O processo poderia ter sido mais rápido, teria sido melhor para todos. Mas a deliberação afasta qualquer suspeita sobre a minha conduta", defendeu-se Miguel Relvas.
Por:dn.pt,Miguel Marujo-Hoje

Sem comentários: