Carta rogatória
Desta vez Duarte Lima não escapa a interrogatório sobre homicídio
O antigo deputado do PSD Duarte Lima, suspeito de ter assassinado Rosalina Ribeiro, será obrigado a responder perante um juiz às perguntas constantes da carta rogatória feita chegar a Portugal pelas autoridades brasileiras. Refira-se que o antigo parlamentar se havia tinha escusado a prestar estes esclarecimentos, alegando, na altura, que o processo se encontrava em fase de instrução e não de inquérito, argumento que agora perdeu a validade, indica o Diário de Notícias.
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A carta rogatória remetida pelas autoridades brasileiras à Procuradoria-Geral da República para que o antigo deputado social-democrata, Duarte Lima, seja interrogado por um juiz português sobre o homicídio de Rosalina Ribeiro, crime de que é acusado no Brasil, chegou ontem.
Assim, o ex-parlamentar, que se encontra em prisão domiciliária no âmbito de outro caso que corre na Justiça portuguesa, será, muito em breve notificado pelas varas criminais de Lisboa.
“Atendendo à fase que se encontra o processo brasileiro, posterior à dedução de acusação pela prática de crime de homicídio, e após confirmação junto das autoridades brasileiras, o pedido foi enviado às varas criminais de Lisboa para execução”, adiantou ao Diário de Notícias uma fonte do gabinete da procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal.
Saliente-se que Duarte Lima se havia escusado a responder a uma outra carta rogatória, tendo argumentado, à data, que o processo se encontrava em fase de instrução e não de inquérito, cenário que não mais se coloca.
Esta é a primeira vez que o antigo deputado será ouvido pela Justiça portuguesa no âmbito do assassinato de Rosalina Ribeiro, estando obrigado a comparecer presencialmente perante um juiz.
Assim, o ex-parlamentar, que se encontra em prisão domiciliária no âmbito de outro caso que corre na Justiça portuguesa, será, muito em breve notificado pelas varas criminais de Lisboa.
“Atendendo à fase que se encontra o processo brasileiro, posterior à dedução de acusação pela prática de crime de homicídio, e após confirmação junto das autoridades brasileiras, o pedido foi enviado às varas criminais de Lisboa para execução”, adiantou ao Diário de Notícias uma fonte do gabinete da procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal.
Saliente-se que Duarte Lima se havia escusado a responder a uma outra carta rogatória, tendo argumentado, à data, que o processo se encontrava em fase de instrução e não de inquérito, cenário que não mais se coloca.
Esta é a primeira vez que o antigo deputado será ouvido pela Justiça portuguesa no âmbito do assassinato de Rosalina Ribeiro, estando obrigado a comparecer presencialmente perante um juiz.
2 comentários:
MAS PORQUE SERÁ QUE EU NÃO ACREDITO: QUE O SERIO, E BONDOSO, SR.VÁ FALAR? HÁ! JÁ SEI,PORQUE OS LADRÕES, OS VIGARISTAS, NÃO FALAM,OS SEUS ADVOGADOS, FALAM POR ELES..
certo Felicidade ! um bom fim de semana amiga
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