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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

ANÍBAL CAVACO SILVA, «O INEPTO»

ANÍBAL CAVACO SILVA, «O INEPTO» 

O INEPTO | O presidente da República, eleito para o ser de todos os portugueses, fecha-se cada vez mais na sua capelinha, onde se tornou líder de facção, e envergonha, certamente, muitos dos que nele votara
m. Hoje, sobre a questão das pinturas de Joan Miró, balbuciou qualquer coisa como não se querer pronunciar, pois o tema passou a servir de «arma de arremesso político». Como em política todos os argumentos são de arremesso, o inquilino de Belém só tem de cumprir o que hoje afirmou como princípio e manter-se caladinho até ao final do mandato. Poupa-nos, pelo menos, a estas patéticas declarações, que bateram aos pontos o surrealismo do pintor catalão.
Em 1891, Eça de Queirós escrevia que Portugal atravessava a pior crise de sempre. Sustentava a sua análise num país sem crédito, sem dinheiro e com falta de homens de valor e carácter. As constantes declarações de Cavaco e a forma como exerce o seu mandato, provam o engano do escritor e diplomata. Portugal é hoje um país governado por gente triste, inculta e incapaz, que se diverte a arrastar o país numa crise sem precedentes e que deixará marcas profundas para as próximas gerações. Noutros tempos, os cognomes serviam para caracterizar a forma como os reis desempenhavam os seus reinados e o que foram as suas principais marcas. Se vivêssemos nessa altura, teríamos Cavaco a passar à história como 'O Inepto'! Para desgraça do país a que preside.

Pedro Reis

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