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domingo, 23 de fevereiro de 2014

POLÍTICOS SEM PALAVRA Muitas vezes dizemos que os portugueses são culpados pelas escolhas que fazem quando são chamados a votar, e se isso parece ser verdade, também é verdade que a palavra dos políticos muitas vezes não corresponde aos seus actos.

POLÍTICOS SEM PALAVRA

Muitas vezes dizemos que os portugueses são culpados pelas escolhas que fazem quando são chamados a votar, e se isso parece ser verdade, também é verdade que a palavra dos políticos muitas vezes não corresponde aos seus actos.

Estarão todos lembrados das palavras de Passos Coelho antes das eleições que o levaram ao poder, quanto aos subsídios dos funcionários públicos, aos seus salários, e quanto aos impostos, tudo exactamente ao contrário do que depois veio a fazer.

Depois de ser eleito, o governo fez cortes em salários e pensões garantindo que eram medidas extraordinárias e irrepetíveis, fugindo assim ao chumbo lógico do Tribunal Constitucional, mas não só repetiu o irrepetível como até agravou alguns cortes, preparando-se agora para os tornar em medidas permanentes, mandando para as urtigas os pareceres e recomendações do TC.

Se há algo que terá que mudar na vida política deste país, será certamente a criação de instrumentos penalizadores dos governantes que se comprometem com um determinado programa e depois não o seguem. A política não pode ser um exercício de mentiras e fingimentos sem consequências.


A indiferença e a descrença dos cidadãos pela política nacional resulta da falta de princípios de muita gente que passa pela política sem qualquer preocupação ética e sem sentido de serviço público, que descredibiliza toda a classe. Só é respeitado quem se dá ao respeito e infelizmente muita gente que passou pelos governos não merece qualquer respeito por parte dos cidadãos.  


Jean Limbourg

Botticelli



pinderico.blogspot.pt

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